FRONTISPÍCIO DAS ARTES

A arte começa onde a imitação acaba. Oscar Wilde

segunda-feira, 8 de março de 2010

"Arte Visual Musical"



Apresentação do Grupo " Companheiros do Sertão" no Sábado dia 06/03/2010


Avisamos os visitantes que a exposição será Prolongada até 09/04/2010

Composta por cerca de 20 quadros, com tema de Música.
Espaço Oásis (rua Flaviano de Melo, 1.037, no centro de Mogi). O horário de visitação é de segunda a sábado, das 11 às 15 horas. A entrada é franca.

Em "Arte Visual Musical", o público também poderá apreciar boa música. Até o final da mostra haverá as apresentaçõesda Banda Santa Cecília, do grupo de música caipira Os Companheiros do Sertão e do cantor Du Oliveira. Informações pelos telefones 4798-1449 e 4798-3324.

Museu da Lingua Portuguesa



Praça da Luz, s/nº
Centro - São Paulo - SP
(11) 3326-0775
museu@museudalinguaportuguesa.org.br

Pinacoteca do Estado de São Paulo



O Caipira Picando Fumo Almeida Junior - Ost

Um dos maiores acervos de pintura do mundo, que conta um pouco da cultura do Brasil e do Estado de São Paulo.Aqui você verá a indentidade Cultural de um Povo.
Você também vai ver a evolucão plástica dos últimos 200 anos, da arte acadêmica até a arte contemporânea.

Pinacoteca do Estado de São Paulo



O Graffiti nas janelas da Pinacoteca do Estado de São Paulo
sem dúvida um reconhecimento a arte das ruas

Pinacoteca do Estado de São Paulo


Na Pinacoteca:

O Brasileiro - 1940 - Gesso

Pinacoteca do Estado de São Paulo



Visite a Pinacoteca do Estado de São Paulo
Praça da Luz(Estação da Luz), São Paulo - SP, 01120-010
(0xx)11 3313-4396

Maiores Informações:www.pinacoteca.org.br

Um Museu Agradável,bem localizado e iluminado;
Os funcionários são educados e atenciosos;
A loja tem bons livros com preços justos;
Tem uma das maiores coleções de Escultura do Pais;
Está entre os museus mais importantes do mundo;
e o melhor: Pode tirar fotos, sem flex é Claro!
è gratuito ao Domingo e na Terça é R$6,00.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

De São José dos Campos, Milena Popovic



quarta-feira, 25 de novembro de 2009 | 17:41 Antonio,

Sou leitora fanática do seu blog. Vi o post intulado “8 em cada 10 franceses: ‘Não merecemos ir à Copa’” com a foto do quadro de Georges de La Tour e ele trouxe uma lembrança muito agradável, quando fiz esta foto no Louvre.

Isso foi na minha primeira viagem à Europa, aos 29 anos de idade (vá lá, não faz tanto tempo assim, estou com 30!). Depois de 4 anos de curso na Aliança Francesa aqui em São José dos Campos, resolvi passar 20 dias na França, com um intervalo de um final de semana em Londres para ir ver uma ópera (a “Flauta Mágica”, de Mozart). Eu sonhava com essa viagem (e com as idas ao Louvre) desde os 11 anos de idade.

Bom, era só isso que eu tinha a dizer! Obrigada pelo blog, sou fã de carteirinha dele!

Milena Popovic

Por Antonio Ribeiro

o McDonald"s entra no louvre


É a pá de cal ou o renascimento? Talvez ambos.

O McDonald’s não poderia comemorar melhor seus 30 anos de chegada à França. No mês que vem a rede de lanchonetes vai entrar no… Louvre. O templo do fast-food americano venderá o famoso Big Mac ao lado dos fossos medievais da fortaleza de Filipe Augusto (1165-1223), na galeria de lojas sofisticadas com acesso direto ao maior museu do mundo, o Carrossel du Louvre.

A França tem dois grandes símbolos culturais em que se apóia para, altiva e orgulhosa, mostrar sua diferença com outros paises: a alta cozinha e as belas artes. Para os nativos mais aguerridos, o McDonald’s só atentava contra o primeiro. “Agora, o grande atrativo do Louvre não será mais a Mona Lisa, mas os grandes arcos dourados”, ironiza um deles, referindo-se a letra M do logotipo da rede.

Quem vê de fora vândalos franceses - eles se proclamam turma da anti-globalização - quebrando lanchonetes da rede, acha que existe uma guerra entre o McDonald’s e a aldeia do Asterix. Tão falso como o mito da resistência francesa contra o invasor nazista. Na verdade trata-se de caso de amor. A França tornou-se o maior mercado da rede McDonald’s fora dos Estados Unidos. Só o ano passado, as lanchonetes dos “arcos dourados” na França receberam 450 milhões de consumidores, 11% a mais do que o ano anterior e inauguraram 30 novos pontos.

Detalhe edificante: não tem MacDonald’s no Museu Metropolitano de Arte, de Nova York. Em frente ao Met há um vendedor ambulante de delicioso hot dog, quase tão bom como o cachorro-quente do Geneal, na Cidade Maravilhosa e olímpica.


Por Antonio Ribeiro

Cultura & Arte em Debate/ É uma Cópia ou uma releitura?




Uma das pinturas mais conhecidas da arte brasileira, presença cativa nos livros escolares, é o Independência ou Morte, do pintor paraibano romântico Pedro Américo de Figueiredo e Melo (1843-1905). O óleo sobre tela de 4,15 x 7,60 metros, pintado pelo antigo aluno da Escola de Belas-Artes de Paris, em 1888, em Florença, na Itália, pertence ao acervo do Museu da Cidade de São Paulo. Lá está como obra número um, espécie de Mona Lisa se considerado seu poder de atrair visitantes para o mesmo espaço. Por medida cautelar contra almas mais exigentes adianta-se que o magneto nacional é bem menos poderoso que a tela maioral do Louvre.

No entanto, poucos sabem que paira sobre o Independência, conhecido também por O Grito do Ipiranga, a dúvida do plágio. Ou se preferem, a eventual inspiração em uma aquarela feita treze anos antes. Trata-se do 1807, Friedland, de Jean-Louis Ernest Meissonier (1815-1891). A cena do pintor autodidata francês mostra Napoleão Bonaparte e seu estado-maior saudando o regimento dos curaceiros antes de encetarem ataque durante a Batalha de Friedland. Os soldados de cavalaria equipados com armadura foram peça capital nas vitórias do imperador de origem corsa rumo ao domínio do Velho Continente. Vale lembrar, derrotado no fim da carreira, Bonaparte deixou a França menor do que a encontrou, embora o grandeur não se meça em palmos de terra.

Meissonier era um meticuloso pintor de quadros de pequeno formato, repletos de detalhes. O 1807, Friedland foi o maior deles, mede 1,36 por 2,42 metros - um dos cinco episódios pictóricos imaginados pelo autor sobre a vida de Bonaparte. As fisionomias dos cavaleiros obedecem uniformidade que deixa a impressão de que o autor fez economia de recursos ou teve o propósito de criar um exército de clones montados. Sempre a mesma expressão, a do homem maduro, bochechas salientes, bigodes, nenhuma nobreza e até um certo traço de vulgaridade.

O quadro ganhou fama em 1876 quando foi comprado do artista pelo americano Alexander T. Stewart (1803- 1876). próspero dono de uma rede de lojas de departamento. Ele pagou 60.000 dólares, na época, a soma era astronômica para uma obra de arte. Detalhe: Stewart adquiriu a pintura sem vê-la, entusiasmou-se só pela descrição. Messionier, soldado durante o sitio de Paris, em 1870, escreveu a Stewart: “Eu não queria pintar uma batalha, mas Napoleão no zênite da glória. Pintei o amor, a adoração pelo grande capitão em quem os soldados tinham fé e por quem estavam dispostos a morrer.”

Depois da morte Alexander T. Stewart, a viúva Cornelia casou-se de novo. O novo marido passou o 1807 nos cobres, vendeu o quadro por 66.000 dólares ao juiz Henry Hilton. Em 1887, homenageando a memória do velho amigo Stewart, o juiz doou a obra ao Museu Metropolitano de Arte, de Nova York, onde está até hoje, na sala dedicada a pintura francesa do século XIX. O presidente do Met, John Taylor Johnston, escreveu comovido agradecimento: “… prova do espírito público dos nossos cidadãos para o Museu fazer valer a metrópole do nosso país.”

O óleo sobre tela Independência ou Morte foi subvencionado pelo Império. Gonzaga Duque sustenta no livro Mocidade Morta, um Pedro Américo protótipo de pintor oficial. Aquele sujeito com aptidões para promover a própria arte, servindo-se de modo desinibido das instituições públicas. Em 1858, Américo escreveu carta a Pedro II: “Agora pois que tenho os conhecimentos que para a Pintura poderia receber da dita Academia, para prosseguir na minha carreira indispensável é uma viagem à Europa, e como a Academia não me pode facultar os meios necessários para esta viagem, por ter ela preenchido o número de seus pensionistas, venho confiado na extrema bondade de Vossa Majestade Imperial solicitar a graça de me mandar particularmente acabar meus estudos na Europa.”

Por Antonio Ribeiro

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Recado Especial

» Publicada em 11|07|09

Maria salas

ENZO FERRARA

ENZO FERRARA é o nome do artista plástico que vem se destacando em Mogi das Cruzes. Integrante do recém-lançado grupo mogiano Frontispício - formado por diversos artistas da região -, Enzo dá forma aos seus trabalhos por meio da pintura em óleo sobre tela. Talentoso, ele está produzindo uma coleção de quadros sobre Mogi. O resultado, contudo, poderá ser conferido em breve. É para você, Enzo, que dedico a "Mensagem Especial" deste sábado, desejando-lhe muito mais sucesso.


O cavalo de um milhão
Imagine que você tivesse um cavalo puro sangue que valesse um milhão de reais. Como você o trataria?
Você o encheria de café? Deixaria ele fumar? Como seria sua alimentação? Você permitiria que ele ficasse alguns quilos acima do normal? Estressado ou sem dormir? Sujo, sem tomar banho? Com certeza absoluta, não.

Provavelmente, cuidaria dele com imenso carinho e atenção total. Todos os detalhes seriam rigorosamente supervisionados e imediatamente resolvidos. Afinal, ali estaria um campeão. O seu campeão.
Você já deve estar imaginando onde quero chegar. Todos os dias, temos pessoas à nossa volta que são muito mais valiosas do que o cavalo desta história, e muitas vezes não lhe damos a atenção que merecem, porque estamos sempre muito ocupados com alguma bobagem de curto prazo que parece muito mais importante.
A longo prazo, muitas vezes perdemos esses campeões por pura falta de atenção. Essa atenção pode estar até mesmo faltando para nós mesmos: como você se trata? Como campeão ou como pangaré? Alimentação, exercício, sono? Nossas necessidades básicas, em ordem de importância, são as físicas, as espirituais, as sociais, as intelectuais e, só depois, as financeiras.
Mas parece que muita gente inverte essa ordem. Depois não entendem porque não conseguem resultados de campeão.
Mesma coisa com família, principalmente, filhos e marido/esposa. Como você trata as pessoas à sua volta?
Como verdadeiros campeões de um milhão? Se alguém viesse e perguntasse às pessoas a sua volta quais são as suas prioridades, qual seria a resposta?
Uma pessoa que trata como verdadeiros campeões os outros, e também a si mesmo, conseguirá muito mais resultados, em todos os sentidos, do que alguém que faça o contrário. Então, não entendo porque há tanta gente fazendo o contrário. Pense bem nisso, porque na sua vida é você quem decide: pangaré ou puro sangue? Então aja de acordo.

Raúl Candeloro

Arte Visual Musical


» Publicada em 17|01|10

Um retrato da música

Em "Arte Visual Musical", o grupo de artes Frontispício faz uma homenagem aos músicos da região por meio de telas
Fotos: Marcelo Alvarenga 07/07/09
Quadros mostram locais históricos, como a Igreja Matriz de São Luiz do Paraitinga, que desabou este mês
BÁRBARA BARBOSA
Da reportagem local

A música e as artes plásticas lado a lado em Mogi. Esta é a proposta da exposição "Arte Visual Musical", que, por meio de telas do grupo Frontispício, busca retratar músicos, instrumentos, espaços musicais e espetáculos. Enfim, as diversas formas de ilustrar a mais popular entre as expressões artísticas.

Composta por cerca de 20 quadros, a mostra será aberta amanhã e ficará em cartaz durante um mês no Espaço Oásis (rua Flaviano de Melo, 1.037, no centro de Mogi). O horário de visitação é de segunda a sábado, das 11 às 15 horas. A entrada é franca.

No acervo de "Arte Visual Musical", o visitante encontrará obras de diversos estilos, como naïf, espatulado, acadêmico e retrato. Quem assina as telas são os artistas Enzo Ferrara, Zeti Muniz, Marineis Dias, Aretusa Brito, Adelaide L. Swettler, João Ruiz, Sr. Martins, Marco Aurélio de Almeida, dentre outros convidados do grupo Frontispício.
Segundo Ferrara, o objetivo da exposição é prestar uma homenagem aos diversos músicos da região. Nos próximos meses, a ideia é levar a mostra para a sede da Corporação Musical Santa Cecília, no centro da cidade. "A exposição retrata a música de diversas formas: há quadros que representam música afro e outros a de câmara", exemplifica o artista. "Além disso, a mostra já é um preparativo para o carnaval, quando lançaremos outra exposição", acrescenta ele, que terá dois quadros expostos.

O primeiro deles retrata um grupo de músicos com a antiga Igreja do Carmo ao fundo. Já o segundo traz a imagem do coreto e da Igreja Matriz de São Luiz do Paraitinga. De acordo com Ferrara, o quadro foi pintado um dia antes de a igreja ruir, em razão das fortes chuvas que atingiram o município no início do mês e que destruíram vários prédios históricos e deixaram milhares de desabrigados. "Fui para São Luiz quando era pequeno. Eu me baseei em fotos para pintar a igreja. O quadro acabou se encaixando no tema da mostra por causa do coreto", explica ele.

Em "Arte Visual Musical", o público também poderá apreciar boa música. Até o final da mostra haverá as apresentaçõesda Banda Santa Cecília, do grupo de música caipira Os Companheiros do Sertão e do cantor Du Oliveira. Informações pelos telefones 4798-1449 e 4798-3324.

Frontispício comemora sucesso em 2009


» Publicada em 30|12|09


Formado há menos de um ano, grupo de artistas mogianos já se tornou conhecido na cidade e antecipa seus planos para 2010
Marcelo Alvarenga 19.09.2009
Balanço: Ao todo, o grupo promoveu sete eventos culturais no Beco do Sapo, além de exposições em espaços diversos e o lançamento da primeira Pinacoteca Particular do Alto Tietê
Em 2009, Mogi viu surgir um novo grupo de artes na cidade, formado por artistas que têm um ideal em comum: promover a cultura no município e a aproximação com o público. Trata-se do Frontispício, que foi lançado em maio passado e, desde então, não parou mais.

Atualmente, o grupo conta com 23 integrantes, entre artistas plásticos, escritores, músicos, desenhistas e atores, veteranos ou iniciantes. Alguns nomes, inclusive, já são conhecidos da população, como os artistas plásticos Zeti Muniz, Enzo Ferrara, Adelaide Lawitschka Swettler, Marineis Dias e Nerival Rodrigues, o maestro da Corporação Musical Santa Cecília, Manasses Maximiliano Santos, e a poetisa Elza Meirelles Chola.

Em menos de um ano, o Frontispício já coleciona eventos na cidade. Só no Beco do Sapo - travessa que liga as ruas Senador Dantas e Coronel Cardoso de Siqueira, no centro de Mogi -, o grupo promoveu sete ações culturais com exposições de telas, desenhos e esculturas, apresentações musicais e de poesia, dentre outras manifestações artísticas. Tudo ao ar livre e de graça. "A arte de rua é o encontro mais forte do artista com o público", define um dos idealizadores do grupo, Zeti Muniz.
Além disso, o grupo inaugurou em agosto a 1ª Pinacoteca Particular do Alto Tietê, que funciona no Espaço Oásis (rua Brás Cubas, 258, no centro de Mogi) e reúne mais de cem obras de diversos estilos, como arte acadêmica, naïfe, espatulado e abstrato. Todos os trabalhos são assinados por artistas da região e podem ser vistos gratuitamente, de segunda a sábado, das 11 às 15 horas. "Para o mogiano que gosta de arte, esta é mais uma opção. A pinacoteca reserva também um espaço para descanso e leitura. Em breve, teremos no local palestras e saraus só com artistas regionais", adianta Muniz.
Para 2010, o artista revela ainda outros planos do Frontispício, que incluem exposições temáticas e, pelo menos, dez eventos no Beco do Sapo; no carnaval, o grupo se desloca até o distrito de Sabaúna para participar dos tradicionais desfiles de bonecões de rua, cuja organização é de Marineis Dias, e, em março, os artistas irão expor no Centro de Cidadania e Arte (Ciarte).

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009