Fotos: Enzo Ferrara
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Exposição Doces Mistérios - da Artista Leda Maria
Imagem: Enzo Ferrara e Leda Maria do Prado
Data: 10/11/2012 Estação Santa Cecília do Metrô em São Paulo
Obs: Ainda Bem que sempre tem um amigo ou amiga para tirar foto!
Data: 10/11/2012 Estação Santa Cecília do Metrô em São Paulo
Obs: Ainda Bem que sempre tem um amigo ou amiga para tirar foto!
Por:
Enzo Ferrara
Leda
Maria do Prado expõem obras na Estação Santa Cecília do Metrô em São Paulo. A
exposição foi aberta no dia 10 de Novembro e fica até o fim do mês no dia 30,
depois ela vai circular por outras estações do Metrô.
Leda
Maria do Prado é uma simpatia, ela ficou no dia da abertura das 10 às 18:hrs
recebendo os visitantes, com o maior bom humor e sorriso no rosto, sempre dando
atenção a quem se aproximava para conversar.
A
exposição é uma ótima oportunidade de conferir de perto a produção da artista,
suas cores e pinceladas, com especial destaque para o azul marinho e o
vermelho
Leda
Maria do Prado também é curadora da galeria ward-Nasse Gallery, localizada na
Prince Street, 178 em New York. A galeria trabalha com artistas brasileiros e
ela é a grande responsável por isso, pois dá espaço para artista, que de outra
forma não poderiam ter trabalhos na cidade, um trabalho muito importante, que
deveria servir de modelo para outras galerias ao redor do mundo.
25° Salão de Artes - Crítica Construtiva - A Verdade dói!
Foto de Enzo Ferrara
Por:
Enzo Ferrara
Comemorando
o Jubileu de Prata o 25° Salão de Artes, promovido pela Associação Comercial de
São Paulo, Distrital de Pinheiro, esse ano inova levando a mostra para o
Conjunto Nacional, durante o mês de novembro de 2012.
Nesse
ano temos a participação da artista Adelaide L. Swettler de Mogi das Cruzes,
representando o Grupo Frontispício com a sua obra de Arte Acadêmica.
Não
é segredo pra ninguém que fiz duras criticas sobra a organização do evento,
criticas que me levaram a não fazer inscrição para participar da edição desse
ano, pois já tinha participado no ano passado.
A
Primeira questão é o pagamento da inscrição, no ano passado foram R$40,00 e
nesse ano R$50,00. Se comemorando 25 edições de exposição a Associação
Comercial de São Paulo ainda não conseguiu patrocinadores para manter a
exposição, sem que os artistas contribuam com dinheiro, não sei o que estão
esperando, talvez mais 25 anos? O fato é que o artista paga pela inscrição, mas
a sua obra não tem a menor garantia de participar, por que ela irá passar por
uma avaliação feita pelo corpo jurado e só entram na exposição oficial as
melhores, com isso eu concordo, procurar o melhor, mas não é ético pagar uma
taxa de participação se a minha obra não participará, pois se ela não
participou não houve gastos, se não teve gastos, não justifica cobrar dos
artistas não participantes, e pela organização e distribuição das obras não
deveríamos pagar mesmo.
A
questão da Premiação é outro ponto a ser destacado é a premiação. Quando é
feita a inscrição o artista tem a oportunidade de se inscrever por modalidade,
divididas em três categorias, arte Acadêmica, Arte Moderna e Escultura, mas
sempre quem recebe o premio aquisição é a arte Acadêmica, um artista Naïf como
eu, ou de uma outra técnica, não tem a menor chance de ganhar um premio
aquisição, por que o foco da organização não é esse, se não tenho chance de
ganhar o premio aquisição, por que eu tenho que pagar a inscrição para bancar
apenas uma modalidade? Isso não é justo e deve ser pelo menos falado.
Analisando
outras mostras em 25 anos de evento verifiquei que em 1998 o premio aquisição
foi para a obra Natureza morta I do Artista Antonio da Conceição Moraes, em
1999 o premio foi para a obra Mulher Negra da artista Lyssandra Ferreira de
Oliveira, em 2001 o premio foi para a obra Sapatos Velhos de Tom Ruthz, em 2002
para a obra Venus da Noite de Sani Arana, em 2004 para a obra Maçãs de Marcio
A. Gomes, em 2011 para a obra Girasois, metais e Frutas e em 2012 para a obra
Sabedoria de Rico Ribeiro, em comum o que todas elas tem em comum é que são
obras na técnica acadêmica. Concordo que a arte acadêmica é mais difícil, por
que os artistas demoram mais para aprender, mas a dificuldade da técnica deve
ser apenas mais um atrativo de seleção e não regra principal de uma seleção,
outros pontos devem ser levados em consideração, como o tema e o suporte.
A
Montagem é um outro ponto de crítica, pois as obras ficam umas em cima das
outras, e não na altura da vista da maioria das pessoas, como é comum e com
mais qualidade para ver os detalhes da pintura, pagar novamente para ver minha
obra no rodapé do biombo num canto escuro, não me parece justo.
Questionei e fiz duras criticas a comissão de Gestão da
Mostra junto a Associação de São Paulo em Pinheiros, e a resposta ironicamente
é que a Associação não trabalha com arte, não é a principal função dela, e nem
deram bola para os pontos em questão, fazendo com que a mostra fique apenas
assim o jeito que está, está bem. Se em 25 anos de Salão de artes a Associação
ainda não tem a tomada de consciência que ela trabalha com arte sim! Então eu
não sei por que ela ainda promove o Salão de Artes, talvez para arrecadar a
verba dos artistas, ou para sair bem nas fotos do jornal como uma apoiadora das
artes em São Paulo, ou mesmo falar de democratização, mas só para inglês ver,
pois fica bem claro que a organização ainda tem muito o que evoluir para colher
bons frutos.
O
coquetel de abertura foi uma comédia, uma pequena mesa com alguns tira gosto e
sucos para 1000 pessoas, o resultado é que muitos tiveram que se acotovelar
para pegar um copo de suco e a grande maioria não conseguiu nem se quer chegar
perto da mesa, saí de lá pensando e as pessoas pagam para isso! Infelizmente
sim.
A
conclusão que se chega é que o Salão de artes só brilha a 25 anos por conta Talento
dos artistas, que me parece ser os
verdadeiro mantenedores da mostra. Na exposição podemos ver um pouco da
identidade cultural do povo Brasileiro, nossa mistura étnica, nossos desafios,
nossa alegria e nossas cores. O destaque vai para algumas particularidades como
a diversidade humana, cultural e de idade. A visão da cidade de São Paulo estão
nas obras das artistas Cristina Carbone com a obra Vista aérea do Mosteiro de
São Bento, na obra vista da Sé de Renato Palmuti e na obra de Adinéia Batatinha
com a Capela de São Miguel Arcanjo. Os bichinhos também fazem parte da produção
de artes visuais, cachorros e gatos são temas constantes na mostra e nesse ano
não poderia ser diferente. A obra Meu
Amigo Toby, o artista Hidebaldo Lima Costa retrata seu cachorro de estimação e
na alegre obra Os Amigos do artista Padro Vargas, com uma pintura onde um
menino abraça um cão amarelo.
Claro
que tenho que falar da arte Naïf, pois ela está em todo lugar e na mostra temos
três artistas. A artista Emma Bianchini participa com a obra A Vida é Bela, o
artista André Cunha com a obra A 1ª Missa, onde tudo começou, obra em que vemos
um bel Omar verde, e por ultimo Ivam Torres com a obra frutos da imaginação.
Obras destacadas do 25° Salão de Artes da ACSP - no Conjunto Nacional Avenida Paulista
Feira P/Arte - Paço das Artes São Paulo
Foto de Enzo Ferrara
Por:
Enzo Ferrara
No
período de 17 a 21 de outubro de 2012 tivemos a oportunidade de trocar
experiências, ver novas técnicas e materiais, conferir a obra de novos artistas
na Feira P/Arte, montada no Paço das Artes em São Paulo.
A
feira, não só expôs as obras de artistas e o material de galeria, mas também
houve uma promoção de debates e palestras para ajudar os artistas como as
questões que giram no mundo do artista.
Hoje
o mercado de arte está mais seletivo e afunilou, mas as oportunidades estão aí,
como a copa e as olimpíadas, uma oportunidade única de ter circulando por
algumas regiões um público de fora do país, que consome de tudo, inclusive
arte, porém não estamos tão preparados para aproveitar melhor essas
oportunidades tão raras. Eventos como a Feira P/Arte é uma ótima oportunidade
para qualificar e analisar os principais pontos da produção, divulgação e
comercialização da produção artística brasileira.
Temas
como a Trajetória do artista, prêmios, circuitos itinerantes, linguagens
poéticas, como falar de arte com crianças, as questões do público e do privado,
ações para a construção de circuitos artísticos no Brasil, a arte e o mercado,
com a oportunidade de conferir relatos de dois galeristas e um colecionador, o
território livre, grupos de estudo, ateliê coletivos e espaços experimentais de
artes visuais em São Paulo, mercado e a arte brasileira ganha o mundo,
comprometimento e dúvidas. Houve também oficinas de criação para crianças a
partir de 5 anos de idade.
Tivemos
a participação de algumas revistas, que trabalham com o tema arte. O destaque
vai para as revistas ARTE!Brasileira e Vila Cultural. Ter revistas que
trabalham com arte no Brasil é muito importante, pois dependendo do tipo de
arte é muito difícil para a própria revista se manter, conseguir
patrocinadores, que é na verdade o que mantém uma revista de fato, são os
anúncios que trazem o dinheiro que a revista precisa para se mater.
No
caso das galerias, selecionei três galerias em especial, não foi aleatoriamente,
por que as galerias em questão tem um espaço especial para a arte popular e
Naïf. A Galeria Estação/Estação São Paulo, que fica na rua Ferreira de Araujo,
625, Pinheiros em São Paulo, a galeria de Babel Black, localizada na rua Paes
de Araújo, 77, Sala 5, Itaim Bibi em São Paulo e por último uma que venho de
Longe a Galeria Tina Zappoli, localizada na rua Paulino Teixeira, 35, Rio
Branco, Porto Alegre Rio Grande do Sul.
Um
detalhe curioso foi encontrar jovens artistas, que são cada vez mais raros nas
exposições, participando da feira, um artista que me chamou a atenção foi o QAZ
que levou para a feira obras de produção de rua como o Graffiti e materiais
inovadores, como os painéis feitos com lona usada de caminhão, com o típico
colorido brilhante do graffiti o artista é representande de uma nova geração.
Outros artistas também participaram da feira, destacamos alguns nomes como
Smithi, Oscar Cruz, Virgílio, Murilo Castro, Pilar, Joh Mabe, Mônica Figueiras,
Eduardo Machado e Patrícia Costa.
Vamos
aguardar a próxima edição da Feira P/Arte no ano que vem e quem sabe a gente
participa dela também, afinal temos sempre a oportunidade de fazer a troca de
experiências com outros promotores de arte no Brasil.
domingo, 11 de novembro de 2012
Um ser chamado ARTISTA.
Mário Sérgio De Moraes
Quando o prefeito Marco Bertaiolli indicou o artista Mateus Sartori como futuro Secretário de Cultura imaginei a seguinte cena: o prefeito, em um jogo de basquete, saltando com a bola, antes da linha de três metros, e arremessando... Suspense! Ouvi: chuaaa... Cesta de três pontos. Parabéns! Agora, é partir para a galera comemorando o feito. Legal!
Muitas vezes nesta coluna elogiei o artista Mateus. Primoroso. Repertório musical muito bem escolhido - nada demagógico - acompanhado de diversos músicos que entendem do ofício. Mas, antes de tudo, sua voz ressoa como um recital: precisa, em um tom adequado e com uma interpretação original. Algo confessional, próxima, a uma modulada declaração de amor pela canção. Nada estridente e aeróbico como os ditos cantores de agora.
Este seu gosto refinado desdobra-se em um bom produtor cultural. Muitos sabem do seu empreendedorismo na criação da "Quarta Feira Nobre", realizada no Mogi Shoppping. Sempre indicando um mesmo perfil de exposição: artistas jovens, talentosos, uma mistura de música popular com a clássica. Como Tom Jobim aconselhava a outros: sejam ´eruditizinhos´. Sem dúvida, Mateus já fazia um trabalho pedagógico em favor da nossa cultura.
Agora, com os pontos consignados pelo prefeito, o seu desafio maior é o de criar uma política cultural na Secretaria de Cultura. Torço por ele. Por uma evidência muito simples (não é simplista): está preparado para dar um impulso a este setor. Como? Creio que terá, tendo cautela, o apoio do setor artístico. Entende e quer ser propositivo nos percalços que estes produtores têm sofrido ao longo do tempo. Também entende que a arte não pode ser entendida como enfeite de bolo (aliás, nos seus CDs isto jamais aconteceu!) para a "diversão" de muitos ´babantes´. Ao contrário: Cultura é, principalmente, um trabalho de conscientização estética em prol da cidadania participativa.
Finalmente, creio que terá a seu dispor verbas e competência para conseguir recursos do governo federal e estadual. Então, a partir de janeiro, mãos à obra. Finalmente, uma dica ao futuro secretário. Caminhe sempre no sentido propositivo, longe de discursos fechados, encastelados, receosos de ouvir a todos.
É bom pensar em uma frase linda de Carlyle: "A grande lei da Cultura é esta: deixar que cada um se torne tudo o que foi criado, capaz de ser".
Muitas vezes nesta coluna elogiei o artista Mateus. Primoroso. Repertório musical muito bem escolhido - nada demagógico - acompanhado de diversos músicos que entendem do ofício. Mas, antes de tudo, sua voz ressoa como um recital: precisa, em um tom adequado e com uma interpretação original. Algo confessional, próxima, a uma modulada declaração de amor pela canção. Nada estridente e aeróbico como os ditos cantores de agora.
Este seu gosto refinado desdobra-se em um bom produtor cultural. Muitos sabem do seu empreendedorismo na criação da "Quarta Feira Nobre", realizada no Mogi Shoppping. Sempre indicando um mesmo perfil de exposição: artistas jovens, talentosos, uma mistura de música popular com a clássica. Como Tom Jobim aconselhava a outros: sejam ´eruditizinhos´. Sem dúvida, Mateus já fazia um trabalho pedagógico em favor da nossa cultura.
Agora, com os pontos consignados pelo prefeito, o seu desafio maior é o de criar uma política cultural na Secretaria de Cultura. Torço por ele. Por uma evidência muito simples (não é simplista): está preparado para dar um impulso a este setor. Como? Creio que terá, tendo cautela, o apoio do setor artístico. Entende e quer ser propositivo nos percalços que estes produtores têm sofrido ao longo do tempo. Também entende que a arte não pode ser entendida como enfeite de bolo (aliás, nos seus CDs isto jamais aconteceu!) para a "diversão" de muitos ´babantes´. Ao contrário: Cultura é, principalmente, um trabalho de conscientização estética em prol da cidadania participativa.
Finalmente, creio que terá a seu dispor verbas e competência para conseguir recursos do governo federal e estadual. Então, a partir de janeiro, mãos à obra. Finalmente, uma dica ao futuro secretário. Caminhe sempre no sentido propositivo, longe de discursos fechados, encastelados, receosos de ouvir a todos.
É bom pensar em uma frase linda de Carlyle: "A grande lei da Cultura é esta: deixar que cada um se torne tudo o que foi criado, capaz de ser".
sábado, 10 de novembro de 2012
SESC EM PIRACICABA
ULTIMOS DIAS NO SESC PIRACICABA PARA PODER APRECIAR AS OBRAS NAIFS DO BRASIL,MOGIANOS CONFIRAM ZETI MUNIZ E ENZO FERRARA ATÉ 09 DE DEAEMBRO DE 2012, A BIENAL VOLTA SÓ EM 2014.PRESTIGIE A 11ª BIENAL NAIFS DO BRASIL EM PIRACICABA/SP.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
ESPERANÇA JOVEM
Nova gestão
Bertaiolli anuncia novo secretariado
Um dos destaques do novo secretariado fica por conta de Mateus Sartori, que assume a pasta da Cultura
Jamile Santana
Da Reportagem Local
Da Reportagem Local
Daniel Carvalho
Bertaiolli reunido com novos secretários: entre as novidades, o cantor e produtor Mateus Sartori
O prefeito de Mogi das Cruzes Marco Aurélio Bertaiolli (PSD) anunciou ontem os novos nomes do secretariado para a gestão 2013 a 2016. Os destaques vão para o cantor e produtor cultural Mateus Sartori, que assumiu a secretaria de Cultura, e para o professor José Luiz Freire de Almeida, que fica responsável pela Secretaria Municipal de Relações Institucionais, que terá como um dos setores de ação a Ouvidoria do município. O prefeito deve anunciar as próximas mudanças nos próximos dias.
Mateus Sartori tem 34 anos e deve assumir a secretaria no lugar de José Luiz Freire. O cantor é graduado em arquitetura e urbanismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e formado em Regência Coral e Canto Erudito pela Escola Municipal de São Paulo e em Regência Coral pela Universidade Livre de Música Tom Jobim. "Fiquei muito surpreso com o convite, mas muito lisonjeado também. Terei como prioridade a democratização da cultura, levar pontos de cultura aos bairros", disse o novo secretário. Segundo o prefeito, além de ser jovem, o artista pode colaborar com Mogi, já que tem experiência em desenvolver projetos com a Lei de Incentivo Cultural, e a Lei Rouanet.
Já Almeida vai assumir a Secretaria Municipal de Relações Institucionais que terá como principal objetivo coordenar a criação do Plano de Metas Mogi das Cruzes 2040, que traça os objetivos da cidade para as próximas décadas, impedindo que o plano seja alterado conforme a mudança dos partidos no poder da administração municipal. "É uma grande responsabilidade porque essa secretaria, na verdade, é a Ouvidoria de Mogi, maior. O serviço deu muito certo e vamos expandir isso", detalhou o prefeito.
"É uma secretaria importante, que chega com um volume muito grande de trabalho e de muita responsabilidade a ser feito. Mas eu tenho experiência na secretaria de Assistência Social, na de Cultura e como dirigente de Ensino, e isso me dá embasamento para identificar as necessidades", disse Freire.
Volta para a secretaria do Verde e Meio Ambiente, Romildo Campello, que ajudou a implantar a pasta e a Ouvidoria. "Nosso principal desafio será a questão do lixo, além da arborização da cidade. Temos bastante trabalho pela frente", disse.
Na secretaria municipal de Gabinete da Prefeitura, continua Luiz Sérgio Marrano, tendo Neusa Marialva como adjunta. A jornalista Ana Figueiredo também continua na Coordenadoria de Comunicação Social.
Mateus Sartori tem 34 anos e deve assumir a secretaria no lugar de José Luiz Freire. O cantor é graduado em arquitetura e urbanismo pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) e formado em Regência Coral e Canto Erudito pela Escola Municipal de São Paulo e em Regência Coral pela Universidade Livre de Música Tom Jobim. "Fiquei muito surpreso com o convite, mas muito lisonjeado também. Terei como prioridade a democratização da cultura, levar pontos de cultura aos bairros", disse o novo secretário. Segundo o prefeito, além de ser jovem, o artista pode colaborar com Mogi, já que tem experiência em desenvolver projetos com a Lei de Incentivo Cultural, e a Lei Rouanet.
Já Almeida vai assumir a Secretaria Municipal de Relações Institucionais que terá como principal objetivo coordenar a criação do Plano de Metas Mogi das Cruzes 2040, que traça os objetivos da cidade para as próximas décadas, impedindo que o plano seja alterado conforme a mudança dos partidos no poder da administração municipal. "É uma grande responsabilidade porque essa secretaria, na verdade, é a Ouvidoria de Mogi, maior. O serviço deu muito certo e vamos expandir isso", detalhou o prefeito.
"É uma secretaria importante, que chega com um volume muito grande de trabalho e de muita responsabilidade a ser feito. Mas eu tenho experiência na secretaria de Assistência Social, na de Cultura e como dirigente de Ensino, e isso me dá embasamento para identificar as necessidades", disse Freire.
Volta para a secretaria do Verde e Meio Ambiente, Romildo Campello, que ajudou a implantar a pasta e a Ouvidoria. "Nosso principal desafio será a questão do lixo, além da arborização da cidade. Temos bastante trabalho pela frente", disse.
Na secretaria municipal de Gabinete da Prefeitura, continua Luiz Sérgio Marrano, tendo Neusa Marialva como adjunta. A jornalista Ana Figueiredo também continua na Coordenadoria de Comunicação Social.
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