FRONTISPÍCIO DAS ARTES

A arte começa onde a imitação acaba. Oscar Wilde

domingo, 29 de março de 2015

ABERTURA DA EXPO 450 ANOS DE ENCANTOS MIL




EM 26 DE MARÇO DE 2015,NO RIO DE JANEIRO,NO PRÉDIO DO MARQUES DE LAVRADIO,A SBBA"SOC,BRAS.BELAS.ARTES" INAUGURA A PRIMEIRA EXPOSIÇÃO DE ENCANTOS MIL.














































domingo, 22 de março de 2015

Mogianos pintam os 450 anos do Rio


Zeti Muniz, Maria José, Adelaide Swettler,José Batista e José Augusto fazem parte do Frontispício que vai expor no Rio de Janeiro / Foto: Eisner Soares


A partir do próximo dia 26, quando a Sociedade Brasileira de Belas Artes (SBBA) abrir os janelões e portas do Solar do Marquês do Lavradio, na Lapa, para mais uma das homenagens preparadas para a festa de um aniversário redondo do Rio de Janeiro, oito telas de quatro artistas irão representar Mogi das Cruzes na mostra ‘450 Anos de Encantos Mil’, entre os demais selecionados de outros estados brasileiros. 
Para os cerca de 100 fiéis e esporádicos integrantes do Frontispício das Artes, a participação do grupo formado por Zeti Muniz, Adelaide Swetller, J. Augusto e Cida Varella nesta exposição, cumpre uma rotina na vida do coletivo: sair da Cidade para ver seus temas, cores e traços expostos em alguns dos principais salões realizados em municípios onde o estímulo e a valorização das artes plásticas segue um ritmo almejado para a Cidade.
Em linhas gerais, Muniz afirma que “diferente do que acontece em Mogi”, onde a turma das artes plásticas conta os dias que faltam para chegar abril e, com ele, a inauguração de um espaço público próprio [o centro cultural em instalação no prédio da Vivo-Telefônica, localizado na Praça Monsenhor Nuno Roque Pinto, na vizinhança da Catedral de Santana], há muitas cidades - Piracicaba, Araraquara, São Sebastião, Ubatuba, Rio Claro, Paraty, e outras – com farta e qualificada agenda anual de exposições e prêmios que estimulam a criação e descoberta de novos talentos. 
A presença dos artistas mogianos, alguns com destaque em alguns dos mais importantes salões, e ganhadores de prêmios em dinheiro, com valores entre R$ 10 mil, R$ 15 mil, tem sido frequente. “Esse é um meio de divulgar as obras e também receber algum dinheiro com a venda de quadros, a um público interessado e conhecedor das artes plásticas”, acrescenta Muniz, esperançoso quanto aos resultados de um dos objetivos do Frontispício, que é justamente o de formar um público apreciador das artes plásticas. 
Nesse aspecto, a expectativa quanto ao fim das obras tocadas pela Secretaria Municipal de Cultura no prédio da Vivo-Telefônica, e à costura de outros projetos, como o que começa a ser alinhavado com a Associação Comercial de Mogi das Cruzes, para futuras parcerias, alimenta os sonhos de Zetti e Adelaíde Swetler, que representaram o quarteto que exporá no Rio de Janeiro em uma visita feita à redação de O Diário, para detalhar essa participação.
“Essa foi uma luta de cinco anos, que O Diário apoiou e acompanhou de perto, e que está prestes a ser concluída. A abertura do antigo prédio da Telefônica para as artes será muito importante. Por nós, a primeira mostra aconteceria mesmo antes da reforma; porque Mogi é muito carente em locais destinados aos artistas plásticos”, acentua Muniz, que integrava a antiga composição do Conselho Municipal de Cultura de Mogi das Cruzes, cuja gestão terminou no início deste mês; e aguarda da Prefeitura, a definição sobre o futuro do órgão, com a nomeação dos novos membros, prevista também para abril.
Para ser visto
Além dessa novidade esperada há anos, e surgida de uma manifestação de arquitetos e artistas que sugeriram a ocupação do prédio mal utilizado pela gigante do setor de telecomunicações; e cedida para a Prefeitura após diversas negociações; os artistas plásticos têm outro desafio. Atrair o público para prestigiar as obras, desenvolver o senso crítico, e adquiri-las. “A gente nota que não é dado um valor para as artes plásticas. Agora há pouco mesmo, nós tivemos uma experiência que revela isso. Nós conseguimos ocupar o mezanino do Mercado Municipal durante meses e apenas 400 pessoas nos visitarem. Há a necessidade de se formar o público e é preciso admitir, nós, os artistas, também temos responsabilidades nisso. Como não ‘ganhamos colinho e nem tapinha nas costas’, falhamos na articulação de ações, na divulgação dos eventos”, deduz Muniz. Ele e Adelaíde são alguns dos únicos representantes dos primeiros fundadores do Frontispício ainda no grupo que mantém um blog, projetos e oficinas desenvolvidas no Cecap (Centro Cultural Antonio do Pinhal). (Eliane José)

segunda-feira, 16 de março de 2015

ELABORAÇÃO DE PROJETO DE ARTES REGIONAL PARA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DE MOGI DAS CRUZES

                                        ECONOMIA CRIATIVA DE PLANEJAMENTO CULTURAL. 



GALERIA SARAH



Este projeto Cultural, consiste em harmonizar novos espaços,

criando uma existência permanente das artes regionais em suas diversidades.Na tentativa de atrair um publico existente e
único que hoje é direcionado para outros localidades.

Este projeto tem a inicialização de um "SALÃO DE ARTES ",com premiações aquisitivos e outros.

As obras terão sua apreciação mantida por tempo determinado em exposição ambientada  e sempre na companhia de um artista expositor.

Este "SALÃO DE ARTES",poderá ser anualmente, homenageando um nome escolhido pelos associados ou diretores da ACMC.




VANTAGENS:

O artista plástico é um empreendedor,sua parceria também é importante.

Prestigiar os artistas é humanizar qualquer empreendimento.

O evento em sua extensão e programação aproximaram os associados.

O publico das artes sempre estarão em crescimento.

Os artistas e os associados terão mais visibilidade.




PLANO DE TRABALHO.

Parceria da ACMC com artistas regional ou grupo de artes.

Espaço Amplo dos associados interessados em dispor por tempo determinado para uso cultural.

Formação de comissão de planejamento do evento.





QUEM SOMOS.


Somos um grupo de artistas plástico,há dez(10)anos movimentando as artes regionais,com vari títulos e premiações na
capital e interior de São Paulo e em outros estados.Grupo é o mais ativo da cidade com muitos trabalhos executados.Todos com seus atelier e espaços próprios de oficinas.




GRUPO FRONTISPÍCIO DAS ARTES
atelie principal:Rua Boa Vista,107-centro-Mogi das Cruzes/SP.

sábado, 7 de março de 2015

S.B.B.A(Sociedade Brasileira de Belas Artes

Localizado na Rua do Lavradio nº 84,na confluência da Rua da Relação com a Avenida Chile, na Lapa, o Solar do Marquês do Lavradio foi construído em 1777, a mando do 3º Vice-Rei do Brasil Colônia,segundo Marquês do Lavradio, durante a transferência da Capital de Salvador para o Rio de Janeiro. O prédio abrigou diversos órgãos como o Tribunal da Relação, em 1808, o Tribunal do Desembargo, em 1812, o Tribunal da Relação e Senado Federal, em 1831, o Tribunal de Justiça, em 1833. Em 1838, o bem passou a ser um próprio Nacional. Mais tarde foi ocupado por outros órgãos estaduais como o Instituto Felix Pacheco e o Departamento de Ordem Política e Social da Polícia Estadual. Originalmente uma construção em estilo colonial, o solar adquiriu sua atual composição eclética, segundo o Arquivo Geral do Município do Rio de Janeiro, em reforma efetuada em 1894 por autor não identificado. Em 23 de outubro de 1967, o prédio foi cedido à Sociedade Brasileira de Belas Artes – SBBA, através da Lei nº 1.477, promulgada pela Assembléia Legislativa do extinto Estado da Guanabara.

 O imóvel e 32 obras de arte são tombados pelo Inepac pelo Processo nº E-18/300.029/84, em 19/06/1985. O processo de restauração teve início em 2001 quando a SBBA solicitou ao Instituto Estadual do Patrimônio Cultural – Inepac – autorização para instalação de grades nas janelas do prédio tombado, considerando a vulnerabilidade do acervo de obras de arte nele existente. O Inepac ponderou sobre a necessidade de elaboração de um projeto global de recuperação do prédio em questão. No ano seguinte foi firmado um “Acordo de Cooperação Técnica” entre a Universidade Federal Fluminense – UFF e a SBBA, com a interveniência do Inepac, visando à realização dos levantamentos histórico-arquitetônicos e do diagnóstico do estado de conservação do mesmo. A SBBA contratou estagiários para o cumprimento de um plano de trabalho estabelecido pela UFF, como parte de um programa de extensão universitária, que resultou na produção de quatro exemplares do livro denominado “Projeto de Restauração do Solar do Marquês do Lavradio”, de 2004, tendo sido um deles encaminhado para a Secretaria de Patrimônio da União – SPU, já que o prédio é um próprio da União. Finalmente, em 2009, foi viabilizado o recurso necessário ao início das obras de recuperação da sede da SBBA, através da assinatura de um “Termo de Compromisso” entre o Governo do Estado do Rio de Janeiro – Secretaria de Estado de Cultura – Inepac, e a empresa WTorre RJC Patrimonial Ltda. visando a preservação das características arquitetônicas do bem tombado, incluindo as 32 obras de arte pertencentes ao seu acervo. As obras civis foram iniciadas em 2010 pela cobertura e, nessa ocasião, foi contratado e desenvolvido pelo escritório Astorga Consultoria, Planejamento e Gerenciamento Ltda. o “Projeto Executivo das Obras de Restauração do Prédio da SBBA”. A 1ª Fase das obras, que se estendeu até 2012, contemplou a recuperação dos telhados com seu grupo escultórico em ferro fundido, a restauração das fachadas externas e internas com suas esquadrias, incluindo a colocação de gradis de proteção das janelas no pavimento térreo, a demolição interna de acréscimos espúrios construídos ao longo dos anos, e o início da modernização das instalações prediais (elétrica, hidráulica, sanitária, telefonia). Para a 2ª Fase, iniciada em abril de 2013, estão sendo executados os trabalhos de recuperação e adaptação dos espaços internos da sede da SBBA. Foram feitos reforços estruturais nos pisos dos grandes salões superiores e da escadaria principal, modernização dos banheiros, instalação de elevador para acessibilidade ao pavimento superior, recuperação de pintura decorativa encontrada na parede do grande salão, além da finalização das instalações prediais iniciadas na etapa anterior das obras civis. 
Nosso grupo que tem o mesmo objetivo para com a nossa cidade e com tantas dificuldades busca mostrar para nossos amantes e leitores das artes Mogiana que estes são os mesmos de longa data em todo nosso pais.

Estamos presente neste espaço com os artistas Zeti Muniz,Adelaide L.Swetller,J.Augusto e Cida Varella.Em exposição em homenagem ao aniversário de 450 anos do Rio de Janeiro com titulo de "Rio,450 anos encantos mil."de 26/03 a 09/04/2015.