sábado, 12 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
PINACOTECA DE MOGI DAS CRUZES
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes, que é o mais novo equipamento cultural de Mogi das Cruzes, passou por um ajuste em seu horário de funcionamento e ampliará seu expediente. Além do funcionamento das 8h às 18h às segundas, terças, quartas e sextas, ela passará a atender até as 20 horas às quintas-feiras e também já abre todo segundo sábado do mês, das 10h às 16h.
A ampliação foi feita em virtude da aceitação do público para com o equipamento e também visando criar um horário mais viável e flexível para aqueles que desempenham, por exemplo, atividade profissional em período integral. O funcionamento no segundo sábado do mês teve, a princípio, o objetivo de atrais os visitantes do Expresso Turístico, porém acaba por beneficiar e já vem atraindo o público de uma forma geral.
Apesar de ter pouco mais de um mês de funcionamento – a Pinacoteca de Mogi das Cruzes foi inaugurada no dia 27 de setembro deste ano – a média de público espontâneo que visita diariamente o local já chega às 40 pessoas. Além disso, o espaço também está recebendo grupos de alunos, que agendam visitas monitoradas. Os interessados devem ligar para o 4798-6900.
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes tem, no momento, 161 obras expostas, assinadas por 128 artistas plásticos locais. O acervo é composto por 242 obras no total e está sempre aberto à ampliação, uma vez que a Secretaria de Cultura está em constante contato com profissionais da arte, para obter a maior representatividade possível das artes plásticas mogianas no novo espaço cultural. Há no acervo obras doadas e também recebidas por comodato.
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes funciona no mesmo prédio-sede da Secretaria de Cultura, na Rua Coronel Souza Franco, 993, no Centro Histórico. (LMS)
A ampliação foi feita em virtude da aceitação do público para com o equipamento e também visando criar um horário mais viável e flexível para aqueles que desempenham, por exemplo, atividade profissional em período integral. O funcionamento no segundo sábado do mês teve, a princípio, o objetivo de atrais os visitantes do Expresso Turístico, porém acaba por beneficiar e já vem atraindo o público de uma forma geral.
Apesar de ter pouco mais de um mês de funcionamento – a Pinacoteca de Mogi das Cruzes foi inaugurada no dia 27 de setembro deste ano – a média de público espontâneo que visita diariamente o local já chega às 40 pessoas. Além disso, o espaço também está recebendo grupos de alunos, que agendam visitas monitoradas. Os interessados devem ligar para o 4798-6900.
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes tem, no momento, 161 obras expostas, assinadas por 128 artistas plásticos locais. O acervo é composto por 242 obras no total e está sempre aberto à ampliação, uma vez que a Secretaria de Cultura está em constante contato com profissionais da arte, para obter a maior representatividade possível das artes plásticas mogianas no novo espaço cultural. Há no acervo obras doadas e também recebidas por comodato.
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes funciona no mesmo prédio-sede da Secretaria de Cultura, na Rua Coronel Souza Franco, 993, no Centro Histórico. (LMS)
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
O QUE É CURADOR DE ARTE?
Crítico, imaginativo, bom escritor e amante dos museus. Esses são alguns dos adjetivos ligados ao profissional que atua como curador de arte. Formado em áreas diversas, como história, literatura, filosofia ou comunicação, e especializado na área, o curador é responsável pela preparação, concepção e montagem de exposições.Seu papel é estabelecer relações entre as obras e fazer com que dialoguem com o público. “É como um técnico de futebol, que escolhe o time, pegando os melhores jogadores para cumprir sua função”, compara o curador do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, Luiz Camillo Osorio. Os jogadores, no caso, são as obras de um ou mais artistas.
Curador, substantivo masculino com origem na palavra latina curator, aquele que cuida de algo, um guardião. No mundo das artes, esta palavra designa muito além de um simples cuidador. Ele é uma figura-chave na criação do conceito, montagem e todo o resultado final de uma exposição, por exemplo. Mas você sabe o que é e qual é a real função de um curador?
O estudante Taffarel Bandeira é enfático: “Já ouvi muito esse nome em eventos como exposições de arte, mas não sei se ele é quem organiza, se é responsável pela manutenção do patrimônio, não sei o que ele faz ao certo”. Taffarel não é o único a integrar o time dos que não possuem total certeza quanto ao trabalho desta famosa figura de vernissages e mostras artísticas. Isadora Cabral, também estudante, conhece a função, mas mesmo assim tem dúvidas: “Sei que são responsáveis pela organização de exposições de arte. Não sei se é todo tipo de arte”, afirma.
Por outro lado, a arquiteta Orcina Fernandes conhece bem as funções de um curador. Ela, que já participou da organização de um festival alternativo de arte – Avalanche – que ocorreu em Vitória (ES) durante os dias 19, 20 e 21 de julho de 2013, explica um pouco o que representa essa figura: “Quando eu penso em curador eu penso em arte… então é alguém que agrupa e administra obras ou bens. Entendo que o trabalho do curador na prática seja isso: garimpar, selecionar e agrupar obras de arte e/ou bens com o fim de expor”.
Mas esse garimpador de obras teria uma formação específica? Como ele conseguiu chegar a este posto? O administrador Eduardo Bione acredita que, para chegar até esta função, o profissional precise ter um profundo conhecimento e apreço pelo campo artístico. “Eu imagino que ele seja um profissional da área das artes, ou até mesmo de história da arte. Alguém com bagagem para ocupar o lugar”, diz ele. E é justamente deste modo que se começa a formar a figura curatorial, através do acúmulo de conhecimento e pesquisas na área.
Foi assim com o Ph.D. em economia Moacir dos Anjos, que já ocupou o posto de curador da 29ª Bienal de São Paulo, foi co-curador da Bienal do Mercosul, coordenador curatorial do Itaú Cultural Artes Visuais (entre 2001 e 2003) e diretor geral do Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães – MAMAM no Recife. Tudo começou quando ele, que já trabalhava na Fundação Joaquim Nabuco, recebeu um convite para organizar exposições no final dos anos noventa.
“Com a ampliação das atividades da fundação nesse campo da arte contemporânea, eu fui convidado para assumir um cargo numa estrutura mais alargada e resolvi completar essa transição. Foi quando eu comecei a fazer trabalhos não só de pesquisa, mas também de organizar exposições, cursos, e nesse momento foi que me dei conta que eu estava fazendo curadoria. Não tive formação nem intenção de me tornar curador”, conta. E completa: “Eu me tornei curador como uma decorrência natural do meu trabalho de pesquisa e, ainda hoje, é como eu vejo um pouco a minha atividade. A curadoria como um dos desdobramentos possíveis da atividade de pesquisador”.
Para Moacir, o que mais interessa na arte é a capacidade de desafiar convenções e consensos. Consensos que, ainda segundo ele, usamos para organizar nossas vidas e tecer relações que nos ajudam a entender o que está ao nosso redor. “A arte tem essa potência de abrir fissuras nesses entendimentos muitas vezes enrijecidos”, explica o curador.
Questionado sobre a real importância do curador para a arte, ele responde: “Hoje em dia o curador está presente em tudo que envolve escolhas, seleções. Ele aproxima essas escolhas e, deste modo, as faz significar alguma coisa em um determinado momento. A curadoria está ligada também a essa ação, que articula e integra coisas dispersas no mundo, dando-as significados específicos”.
Ainda segundo ele, as escolhas são feitas de acordo com a agenda do próprio profissional. É através dela que surgem as questões e inquietações que levam à observação e elaboração de um planejamento para dispor visualmente e conceitualmente aquilo que ele deseja mostrar. “(O curador) é responsável pela forma como as obras são exibidas em um determinado espaço, se são exibidas próximas ou distantes uma das outras, se são bem ou mal iluminadas, se são exibidas com, sem ou nenhuma informação suplementar. Tudo isto é papel do curador”, explica Moacir.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Resultado do 44º Salão da Primavera – 2016
Prêmio Fundação Casa da Cultura Macedo Miranda:
CHRISTIAN SPENCER. “Prisma Alado” – Fotografia
Prêmio “Altamiro Pimenta” – Prefeitura de Resende
CLÁUDIO CAROPRESO. Pelo conjunto da obra: Sem título – Gravura em Relevo
Prêmio “Engenheiro Eitel César Fernandes” – Câmara Municipal de Resende
GELSON MALLORCA. “Duas fases da arquitetura neoclássico e eclético” – Aquarela
Menções Honrosas:
Alexandre Pinheiro – “Puri na mata em chamas” – Fotografia
Gabriel de Lemos – “Espiral Jugular” e “Floresta” - Pintura
Marti Vartia – “Moça do mato” e “Garça” – Escultura em madeira
Paulo Huthmacher – “Concretíssimo”, “Geometria” e “Ponto de equilíbrio”- Fotografia Digital
Sueli Pastore – Sem título – Água forte, tinta, maneira negra
Selecionados para a Exposição:
- Alessandra Cunha - “Como mo lembro das sutilezas do seu olhar I” - Acrílica sobre tecidos e colagens
- Aliomar Baleeiro - “ Vila Virtual”- Acrílica
- Alvaro Almgren - “Frinéia”e “ Wayward Sisters” - Técnica Mista
- Ana Branco - “Apagão” - Guache/Aquarela
- Anco Márcio - “Esferas” - Técnica Mista e “Casulos” - Técnica Mista
- Angela Oskar - “Entre Cores” - Acrílica sobre tela e papel maché
- Antonio Geraldo – Sem título- oxidação s/ flanges e Sem título- oxidação s/ flanges
- Bié Hardiman - “Espíritos da Mata I” - Escultura em Jabuticabeira, “Espíritos da Mata II” - Escultura em Jabuticabeira e “Espíritos da Mata III” - Escultura em Monjolo
- Carmem Gardon - “Tempo, tempo, tempo” - Técnica Mista; “Tempo, tempo, tempo” - Técnica Mista; “Tempo, tempo, tempo” - Técnica Mista
- Dael Almeida – Sem título – Performance/Registro Fotográfico
- Hudson Valle - “Interior I” - Acrílica sobre tela
- Ian Marte - “Curvas da Mantiqueira” - Fotografia
- Jéssica Cardoso - “Mimetismo” - Fotografia
- João Francisco Gomes da Costa - “Paisagem”, “Piano e mulher”, “Samba” - Gravura em metal
- Juliana Mello - “ Depois da chuva (folha)” e “ Depois da chuva (floresta)” - Fotografia
- Julio Pires - “Era uma vez...” - Fotografia e “Cauby não morreu! Canta no meu jardim” - Fotografia
- Manu Alves- “Só” - Desenho (nanquim sobre papel)
- Mayer - “Natureza Morta” - Raspagem sobre madeira
- Montiello - “Coisas do Brasil” - Acrílica sobre tela
- Osmar Medeiros - “Plutão s/ alinham” - Serigrafia e acrílica sobre lona
- Rita Abrão - “Sinapses” - Aquarela
- Rita Penedo - “Primavera da vida” - Pintura e “Eclosão do amor” - Pintura
- Renato Martini – Sem título – Acrílica p/ tecidos sobre tela
- Robson Alves - “ A beleza em gerar um ser” - Técnica Mista
- Scorcelli - “ Chuva na cidade” - Acrílica sobre tela
- Tati Ratinetz - “ Reforma política já” - Técnica Mista
- Tatiana Clauzet - “Anima” - Acrílica sobre tela
- Willian Fernandes de Oliveira - “Night Glow Preto e Branco” - Fotografia
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Conheça as principais técnicas e materiais da pintura:
• Muralismo, pintura mural ou parietal:é a pintura executada sobre uma parede, quer diretamente na sua superfície, como num afresco, quer num painel montado numa exposição permanente. Ela difere de todas as outras formas de arte pictórica por estar profundamente vinculada à arquitetura, podendo explorar o caráter plano de uma parede ou criar o efeito de uma nova área de espaço. A técnica tradicional de uso mais generalizado é a do afresco, que consiste na aplicação de pigmentos de cores diferentes, diluídos em água, sobre argamassa ainda úmida.
• Tinta a óleo: é uma mistura de pigmento pulverizado e óleo de linhaça ou papoula. É uma massa espessa, da consistência da manteiga, e já vem pronta para o uso, embalada em tubos ou em pequenas latas. Dissolve-se com óleo de linhaça ou terebintina para torná-la mais diluída e fácil de espalhar. O óleo acrescenta brilho à tinta; o solvente tende a torná-la opaca.
A grande vantagem da pintura a óleo é a flexibilidade, pois a secagem lenta da tinta permite ao pintor alterar e corrigir o seu trabalho.
• Acrílico: é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo ao artista combinar as técnicas da pintura a óleo e da aquarela. Se você quiser fazer tinta acrílica, você pode misturar tinta guache com cola.
• Aquarela: é uma técnica de pintura na qual os pigmentos se encontram suspensos ou dissolvidos em água. Os suportes utilizados na aquarela são muito variados, embora o mais comum seja o papel com elevada gramatura (espessura do papel). São também utilizados como suporte o papiro, casca de árvore, plástico, couro, tecido, madeira e tela.
• Guache: é um tipo de aquarela opaca. Seu grau de opacidade varia com a quantidade de pigmento branco adicionado adicionado à cor, geralmente o suficiente para evitar que a textura do papel apareça através da pintura, fazendo com que não tenha a luminosidade das aquarelas transparentes.
• Tinta a óleo: é uma mistura de pigmento pulverizado e óleo de linhaça ou papoula. É uma massa espessa, da consistência da manteiga, e já vem pronta para o uso, embalada em tubos ou em pequenas latas. Dissolve-se com óleo de linhaça ou terebintina para torná-la mais diluída e fácil de espalhar. O óleo acrescenta brilho à tinta; o solvente tende a torná-la opaca.
A grande vantagem da pintura a óleo é a flexibilidade, pois a secagem lenta da tinta permite ao pintor alterar e corrigir o seu trabalho.
• Acrílico: é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo ao artista combinar as técnicas da pintura a óleo e da aquarela. Se você quiser fazer tinta acrílica, você pode misturar tinta guache com cola.
• Aquarela: é uma técnica de pintura na qual os pigmentos se encontram suspensos ou dissolvidos em água. Os suportes utilizados na aquarela são muito variados, embora o mais comum seja o papel com elevada gramatura (espessura do papel). São também utilizados como suporte o papiro, casca de árvore, plástico, couro, tecido, madeira e tela.
• Guache: é um tipo de aquarela opaca. Seu grau de opacidade varia com a quantidade de pigmento branco adicionado adicionado à cor, geralmente o suficiente para evitar que a textura do papel apareça através da pintura, fazendo com que não tenha a luminosidade das aquarelas transparentes.
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
domingo, 25 de setembro de 2016
O Salão da Primavera
Promovido anualmente pela Prefeitura de Resende por meio da Fundação Casa de Cultura e do Mam.
O Salão da Primavera foi criado em 1950 para estimular e revelar a criatividade dos artistas. O evento conta com a participação de artistas plásticos radicados em Resende e em outros municípios. O Salão já é tradicional e se tornou um dos mais importantes para a classe artística em todo o país. Ele é um reconhecimento do artista que terá sua obra incorporada no acervo do Museu de Arte Moderna de Resende, que é o quarto de todo o Brasil e um dos mais antigos.
O Salão da Primavera foi criado em 1950 para estimular e revelar a criatividade dos artistas. O evento conta com a participação de artistas plásticos radicados em Resende e em outros municípios. O Salão já é tradicional e se tornou um dos mais importantes para a classe artística em todo o país. Ele é um reconhecimento do artista que terá sua obra incorporada no acervo do Museu de Arte Moderna de Resende, que é o quarto de todo o Brasil e um dos mais antigos.
sábado, 24 de setembro de 2016
PINACOTECA DE MOGI DAS CRUZES
"NÃO EXISTE VITÓRIA SEM BATALHA"
(24 de setembro de 2016)
Hoje passa ser um dia na história da cidade,onde a classe artística resgata suas memórias na simplicidade adquirida de seus dons em materializar aos seus modos e formas a sensibilidade do "BELO".
(24 de setembro de 2016)
Hoje passa ser um dia na história da cidade,onde a classe artística resgata suas memórias na simplicidade adquirida de seus dons em materializar aos seus modos e formas a sensibilidade do "BELO".
domingo, 18 de setembro de 2016
CURSO DE HISTÓRIA DAS ARTES
O Colégio de Arquitetos de Mogi das Cruzes esteve com inscrições abertas para um curso gratuito de História da Arte. As aulas são às sextas-feiras no período da tarde.
As aulas começaram no dia 26 e não são restritas somente a quem atua ou estuda na área de arquitetura. Os artistas Paulo Secomandi, Nerival Rodrigues e Lucio Bittencour vão participar.
O tema abordado: a arte contemporânea e seus artistas. Os artistas que vivem em Mogi vão contar do seu trabalho e do seu ponto de vista sobre a arte. A ideia é incentivar os participantes criticar ou ajudar na montagem de exposições ou participar da elaboração de textos sobre os artistas convidados.
participarão: Nerival Rodrigues ,Paulo Secomandi, Mauricio Chaer. Lucio Bitencourt é o convidado do dia 4 de novembro. No dia 18 será o artista João Castilho. O último convidado é Carlos Cardoso (2 de dezembro). O encerramento será feito pelos integrantes do Grupo Frontispício, no dia 16 de dezembro de 2016.
Informações e dúvidas podem ser obtidas diretamente no Colégio dos Arquitetos, que fica na Rua Boa Vista, 108, Centro, ou pelo telefone 2819-3776.
PALETA OU PALHETA?
Para os artistas, pintores de tela,
quando fazem suas obras necessitam sempre de pequenas quantidades de tintas para seu trabalho onde misturam suas cores de vários pigmentos.Independe de qualquer material plástico,isopor,madeiras ou qualquer reciclagem reutilizadas com o proposito de condicionar suas porções de cores para sua melhor e intuitiva distribuição na tela.Esse é o aparador de tintas normalmente conhecido entre o meio das artes plásticas como PALETA.
Os artistas,músicos,
Palheta ou "plectro" é um pequeno objeto de formato vagamente triangular, utilizado para se friccionar as cordas de instrumentos musicais como a guitarra. Existem diversos formatos e espessuras. Em relação à guitarra e o violão, dependendo de sua espessura, a palheta é usada diferentemente; sendo as mais espessas destinadas à guitarra e seus timbres mais abrangentes (cerca 1.0 mm em diante) e as menos espessas (geralmente de 0.7 mm) usadas em violão para obter batidas rítmicas ao invés dos dedos.
Para os açougueiros,
Paleta é um tipo de corte da carne bovina. Está localizado na parte dianteira do animal que representa 21,78 %.
Outros:
Para chapas e coisas do gênero. exemplo pás de um ventilador, partes que compõem a persiana,chapéu de palha, limpadores de para-brisa de carro.Todos usam a nomenclatura de PALHETA.
Concluímos,então,que estas palavras tem que sempre estar acompanhadas de suas finalidades,ex:Paleta de pintura,palheta de violão,etc...
sábado, 17 de setembro de 2016
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
Pró-Hiper,Expo-Mogi e os artistas
(texto-jornalista Katia Brito)
As atrações culturais são o grande destaque da sétima edição da Expo Mogi, que começa hoje em comemoração aos 456 anos de Mogi das Cruzes. Além dos shows com importantes nomes do cenário musical nacional, o público vai conferir a tradicional feira de artes e artesanato. Entre os artistas plásticos participantes, os talentos do grupo Frontispício das Artes, como Zéti Muniz, Adelaide Lawitschka Swettler, Linda Fuga, José Augusto, Doralice Ramos, entre outros.
"Nós levaremos também alunos que estão se sobressaindo e, a partir de sexta-feira, vamos fazer pinturas ao vivo para mostrar nosso trabalho", destaca Muniz, que preside o grupo artístico. O evento segue até domingo, com abertura às 10 horas, no espaço do Pró-Hiper, localizado na avenida Prefeito Carlos Ferreira Lopes, 540, Mogilar. Veja mais detalhes sobre a feira na reportagem da página 8 desta edição, no caderno Cidades.
Além das artes plásticas, a Expo Mogi também abrirá espaço para a literatura, por meio da Livraria Boigy, que vem se destacando como um importante espaço de cultura, no centro da cidade. O local recebe o lançamento de livros, bate-papos com autores, exposições de arte, entre outros eventos. Durante os quatro dias da Expo Mogi, será realizada uma feira de livros com a participação de alguns escritores. De acordo com Muniz, os nomes ainda não foram definidos, pois alguns participam da Bienal do Livro (www.bienaldo livrosp.com.br), que também acontece até domingo, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.
Ainda este mês, os representantes das artes plásticas na cidade terão uma reivindicação antiga atendida: a inauguração da Pinacoteca, na sede da Secretaria Municipal de Cultura, prevista para o dia 24 de setembro. "É uma grande conquista, algo de muito peso e valor para nós artistas. Nós cobramos desde o início, com a saída da biblioteca do local, e queríamos que fosse instalada no marco zero da cidade. Temos o Centro Cultural com a galeria no espaço térreo, mas precisamos de mais. Acredito que será um desafio para o próximo prefeito de Mogi a organização do acervo e a abertura do espaço para exposições constantes", avalia Muniz.
A arte também expressa contextos sociais. Zeti Muniz, 61, um dos fundadores do grupo O Frontispício, levou um quadro em que retrata uma mulher negra com roupas coloridas com um sentido bem claro. “É para mostrar que os negros são livres, não devem viver sob pressão de ninguém, portanto podem se vestir e se comportar como quiserem na sociedade. A arte abre muitas portas e comunica entre si. Um momento como este, pelo qual o Brasil passa, há muitas oportunidades de produzir algo que reflita a nossa realidade e nos leve a pensar os rumos que estamos seguindo. Mais do que a realidade, a arte também avalia as possibilidades”, analisou.
(texto:jornalista Lucas Meloni.)
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