Uma tarde de bate papo com a turma de alunos
sábado, 19 de novembro de 2016
COLÉGIO ATIVA DE MOGI DAS CRUZES
"FEIRA DO CONHECIMENTO" promovida pelo Colégio Ativa,homenageia artistas plásticos da cidade trazendo releituras de suas obras pelos seus alunos.
sábado, 12 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
PINACOTECA DE MOGI DAS CRUZES
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes, que é o mais novo equipamento cultural de Mogi das Cruzes, passou por um ajuste em seu horário de funcionamento e ampliará seu expediente. Além do funcionamento das 8h às 18h às segundas, terças, quartas e sextas, ela passará a atender até as 20 horas às quintas-feiras e também já abre todo segundo sábado do mês, das 10h às 16h.
A ampliação foi feita em virtude da aceitação do público para com o equipamento e também visando criar um horário mais viável e flexível para aqueles que desempenham, por exemplo, atividade profissional em período integral. O funcionamento no segundo sábado do mês teve, a princípio, o objetivo de atrais os visitantes do Expresso Turístico, porém acaba por beneficiar e já vem atraindo o público de uma forma geral.
Apesar de ter pouco mais de um mês de funcionamento – a Pinacoteca de Mogi das Cruzes foi inaugurada no dia 27 de setembro deste ano – a média de público espontâneo que visita diariamente o local já chega às 40 pessoas. Além disso, o espaço também está recebendo grupos de alunos, que agendam visitas monitoradas. Os interessados devem ligar para o 4798-6900.
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes tem, no momento, 161 obras expostas, assinadas por 128 artistas plásticos locais. O acervo é composto por 242 obras no total e está sempre aberto à ampliação, uma vez que a Secretaria de Cultura está em constante contato com profissionais da arte, para obter a maior representatividade possível das artes plásticas mogianas no novo espaço cultural. Há no acervo obras doadas e também recebidas por comodato.
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes funciona no mesmo prédio-sede da Secretaria de Cultura, na Rua Coronel Souza Franco, 993, no Centro Histórico. (LMS)
A ampliação foi feita em virtude da aceitação do público para com o equipamento e também visando criar um horário mais viável e flexível para aqueles que desempenham, por exemplo, atividade profissional em período integral. O funcionamento no segundo sábado do mês teve, a princípio, o objetivo de atrais os visitantes do Expresso Turístico, porém acaba por beneficiar e já vem atraindo o público de uma forma geral.
Apesar de ter pouco mais de um mês de funcionamento – a Pinacoteca de Mogi das Cruzes foi inaugurada no dia 27 de setembro deste ano – a média de público espontâneo que visita diariamente o local já chega às 40 pessoas. Além disso, o espaço também está recebendo grupos de alunos, que agendam visitas monitoradas. Os interessados devem ligar para o 4798-6900.
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes tem, no momento, 161 obras expostas, assinadas por 128 artistas plásticos locais. O acervo é composto por 242 obras no total e está sempre aberto à ampliação, uma vez que a Secretaria de Cultura está em constante contato com profissionais da arte, para obter a maior representatividade possível das artes plásticas mogianas no novo espaço cultural. Há no acervo obras doadas e também recebidas por comodato.
A Pinacoteca de Mogi das Cruzes funciona no mesmo prédio-sede da Secretaria de Cultura, na Rua Coronel Souza Franco, 993, no Centro Histórico. (LMS)
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
O QUE É CURADOR DE ARTE?
Crítico, imaginativo, bom escritor e amante dos museus. Esses são alguns dos adjetivos ligados ao profissional que atua como curador de arte. Formado em áreas diversas, como história, literatura, filosofia ou comunicação, e especializado na área, o curador é responsável pela preparação, concepção e montagem de exposições.Seu papel é estabelecer relações entre as obras e fazer com que dialoguem com o público. “É como um técnico de futebol, que escolhe o time, pegando os melhores jogadores para cumprir sua função”, compara o curador do Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio de Janeiro, Luiz Camillo Osorio. Os jogadores, no caso, são as obras de um ou mais artistas.
Curador, substantivo masculino com origem na palavra latina curator, aquele que cuida de algo, um guardião. No mundo das artes, esta palavra designa muito além de um simples cuidador. Ele é uma figura-chave na criação do conceito, montagem e todo o resultado final de uma exposição, por exemplo. Mas você sabe o que é e qual é a real função de um curador?
O estudante Taffarel Bandeira é enfático: “Já ouvi muito esse nome em eventos como exposições de arte, mas não sei se ele é quem organiza, se é responsável pela manutenção do patrimônio, não sei o que ele faz ao certo”. Taffarel não é o único a integrar o time dos que não possuem total certeza quanto ao trabalho desta famosa figura de vernissages e mostras artísticas. Isadora Cabral, também estudante, conhece a função, mas mesmo assim tem dúvidas: “Sei que são responsáveis pela organização de exposições de arte. Não sei se é todo tipo de arte”, afirma.
Por outro lado, a arquiteta Orcina Fernandes conhece bem as funções de um curador. Ela, que já participou da organização de um festival alternativo de arte – Avalanche – que ocorreu em Vitória (ES) durante os dias 19, 20 e 21 de julho de 2013, explica um pouco o que representa essa figura: “Quando eu penso em curador eu penso em arte… então é alguém que agrupa e administra obras ou bens. Entendo que o trabalho do curador na prática seja isso: garimpar, selecionar e agrupar obras de arte e/ou bens com o fim de expor”.
Mas esse garimpador de obras teria uma formação específica? Como ele conseguiu chegar a este posto? O administrador Eduardo Bione acredita que, para chegar até esta função, o profissional precise ter um profundo conhecimento e apreço pelo campo artístico. “Eu imagino que ele seja um profissional da área das artes, ou até mesmo de história da arte. Alguém com bagagem para ocupar o lugar”, diz ele. E é justamente deste modo que se começa a formar a figura curatorial, através do acúmulo de conhecimento e pesquisas na área.
Foi assim com o Ph.D. em economia Moacir dos Anjos, que já ocupou o posto de curador da 29ª Bienal de São Paulo, foi co-curador da Bienal do Mercosul, coordenador curatorial do Itaú Cultural Artes Visuais (entre 2001 e 2003) e diretor geral do Museu de Arte Moderna Aluísio Magalhães – MAMAM no Recife. Tudo começou quando ele, que já trabalhava na Fundação Joaquim Nabuco, recebeu um convite para organizar exposições no final dos anos noventa.
“Com a ampliação das atividades da fundação nesse campo da arte contemporânea, eu fui convidado para assumir um cargo numa estrutura mais alargada e resolvi completar essa transição. Foi quando eu comecei a fazer trabalhos não só de pesquisa, mas também de organizar exposições, cursos, e nesse momento foi que me dei conta que eu estava fazendo curadoria. Não tive formação nem intenção de me tornar curador”, conta. E completa: “Eu me tornei curador como uma decorrência natural do meu trabalho de pesquisa e, ainda hoje, é como eu vejo um pouco a minha atividade. A curadoria como um dos desdobramentos possíveis da atividade de pesquisador”.
Para Moacir, o que mais interessa na arte é a capacidade de desafiar convenções e consensos. Consensos que, ainda segundo ele, usamos para organizar nossas vidas e tecer relações que nos ajudam a entender o que está ao nosso redor. “A arte tem essa potência de abrir fissuras nesses entendimentos muitas vezes enrijecidos”, explica o curador.
Questionado sobre a real importância do curador para a arte, ele responde: “Hoje em dia o curador está presente em tudo que envolve escolhas, seleções. Ele aproxima essas escolhas e, deste modo, as faz significar alguma coisa em um determinado momento. A curadoria está ligada também a essa ação, que articula e integra coisas dispersas no mundo, dando-as significados específicos”.
Ainda segundo ele, as escolhas são feitas de acordo com a agenda do próprio profissional. É através dela que surgem as questões e inquietações que levam à observação e elaboração de um planejamento para dispor visualmente e conceitualmente aquilo que ele deseja mostrar. “(O curador) é responsável pela forma como as obras são exibidas em um determinado espaço, se são exibidas próximas ou distantes uma das outras, se são bem ou mal iluminadas, se são exibidas com, sem ou nenhuma informação suplementar. Tudo isto é papel do curador”, explica Moacir.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Resultado do 44º Salão da Primavera – 2016
Prêmio Fundação Casa da Cultura Macedo Miranda:
CHRISTIAN SPENCER. “Prisma Alado” – Fotografia
Prêmio “Altamiro Pimenta” – Prefeitura de Resende
CLÁUDIO CAROPRESO. Pelo conjunto da obra: Sem título – Gravura em Relevo
Prêmio “Engenheiro Eitel César Fernandes” – Câmara Municipal de Resende
GELSON MALLORCA. “Duas fases da arquitetura neoclássico e eclético” – Aquarela
Menções Honrosas:
Alexandre Pinheiro – “Puri na mata em chamas” – Fotografia
Gabriel de Lemos – “Espiral Jugular” e “Floresta” - Pintura
Marti Vartia – “Moça do mato” e “Garça” – Escultura em madeira
Paulo Huthmacher – “Concretíssimo”, “Geometria” e “Ponto de equilíbrio”- Fotografia Digital
Sueli Pastore – Sem título – Água forte, tinta, maneira negra
Selecionados para a Exposição:
- Alessandra Cunha - “Como mo lembro das sutilezas do seu olhar I” - Acrílica sobre tecidos e colagens
- Aliomar Baleeiro - “ Vila Virtual”- Acrílica
- Alvaro Almgren - “Frinéia”e “ Wayward Sisters” - Técnica Mista
- Ana Branco - “Apagão” - Guache/Aquarela
- Anco Márcio - “Esferas” - Técnica Mista e “Casulos” - Técnica Mista
- Angela Oskar - “Entre Cores” - Acrílica sobre tela e papel maché
- Antonio Geraldo – Sem título- oxidação s/ flanges e Sem título- oxidação s/ flanges
- Bié Hardiman - “Espíritos da Mata I” - Escultura em Jabuticabeira, “Espíritos da Mata II” - Escultura em Jabuticabeira e “Espíritos da Mata III” - Escultura em Monjolo
- Carmem Gardon - “Tempo, tempo, tempo” - Técnica Mista; “Tempo, tempo, tempo” - Técnica Mista; “Tempo, tempo, tempo” - Técnica Mista
- Dael Almeida – Sem título – Performance/Registro Fotográfico
- Hudson Valle - “Interior I” - Acrílica sobre tela
- Ian Marte - “Curvas da Mantiqueira” - Fotografia
- Jéssica Cardoso - “Mimetismo” - Fotografia
- João Francisco Gomes da Costa - “Paisagem”, “Piano e mulher”, “Samba” - Gravura em metal
- Juliana Mello - “ Depois da chuva (folha)” e “ Depois da chuva (floresta)” - Fotografia
- Julio Pires - “Era uma vez...” - Fotografia e “Cauby não morreu! Canta no meu jardim” - Fotografia
- Manu Alves- “Só” - Desenho (nanquim sobre papel)
- Mayer - “Natureza Morta” - Raspagem sobre madeira
- Montiello - “Coisas do Brasil” - Acrílica sobre tela
- Osmar Medeiros - “Plutão s/ alinham” - Serigrafia e acrílica sobre lona
- Rita Abrão - “Sinapses” - Aquarela
- Rita Penedo - “Primavera da vida” - Pintura e “Eclosão do amor” - Pintura
- Renato Martini – Sem título – Acrílica p/ tecidos sobre tela
- Robson Alves - “ A beleza em gerar um ser” - Técnica Mista
- Scorcelli - “ Chuva na cidade” - Acrílica sobre tela
- Tati Ratinetz - “ Reforma política já” - Técnica Mista
- Tatiana Clauzet - “Anima” - Acrílica sobre tela
- Willian Fernandes de Oliveira - “Night Glow Preto e Branco” - Fotografia
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Conheça as principais técnicas e materiais da pintura:
• Muralismo, pintura mural ou parietal:é a pintura executada sobre uma parede, quer diretamente na sua superfície, como num afresco, quer num painel montado numa exposição permanente. Ela difere de todas as outras formas de arte pictórica por estar profundamente vinculada à arquitetura, podendo explorar o caráter plano de uma parede ou criar o efeito de uma nova área de espaço. A técnica tradicional de uso mais generalizado é a do afresco, que consiste na aplicação de pigmentos de cores diferentes, diluídos em água, sobre argamassa ainda úmida.
• Tinta a óleo: é uma mistura de pigmento pulverizado e óleo de linhaça ou papoula. É uma massa espessa, da consistência da manteiga, e já vem pronta para o uso, embalada em tubos ou em pequenas latas. Dissolve-se com óleo de linhaça ou terebintina para torná-la mais diluída e fácil de espalhar. O óleo acrescenta brilho à tinta; o solvente tende a torná-la opaca.
A grande vantagem da pintura a óleo é a flexibilidade, pois a secagem lenta da tinta permite ao pintor alterar e corrigir o seu trabalho.
• Acrílico: é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo ao artista combinar as técnicas da pintura a óleo e da aquarela. Se você quiser fazer tinta acrílica, você pode misturar tinta guache com cola.
• Aquarela: é uma técnica de pintura na qual os pigmentos se encontram suspensos ou dissolvidos em água. Os suportes utilizados na aquarela são muito variados, embora o mais comum seja o papel com elevada gramatura (espessura do papel). São também utilizados como suporte o papiro, casca de árvore, plástico, couro, tecido, madeira e tela.
• Guache: é um tipo de aquarela opaca. Seu grau de opacidade varia com a quantidade de pigmento branco adicionado adicionado à cor, geralmente o suficiente para evitar que a textura do papel apareça através da pintura, fazendo com que não tenha a luminosidade das aquarelas transparentes.
• Tinta a óleo: é uma mistura de pigmento pulverizado e óleo de linhaça ou papoula. É uma massa espessa, da consistência da manteiga, e já vem pronta para o uso, embalada em tubos ou em pequenas latas. Dissolve-se com óleo de linhaça ou terebintina para torná-la mais diluída e fácil de espalhar. O óleo acrescenta brilho à tinta; o solvente tende a torná-la opaca.
A grande vantagem da pintura a óleo é a flexibilidade, pois a secagem lenta da tinta permite ao pintor alterar e corrigir o seu trabalho.
• Acrílico: é uma tinta sintética solúvel em água que pode ser usada em camadas espessas ou finas, permitindo ao artista combinar as técnicas da pintura a óleo e da aquarela. Se você quiser fazer tinta acrílica, você pode misturar tinta guache com cola.
• Aquarela: é uma técnica de pintura na qual os pigmentos se encontram suspensos ou dissolvidos em água. Os suportes utilizados na aquarela são muito variados, embora o mais comum seja o papel com elevada gramatura (espessura do papel). São também utilizados como suporte o papiro, casca de árvore, plástico, couro, tecido, madeira e tela.
• Guache: é um tipo de aquarela opaca. Seu grau de opacidade varia com a quantidade de pigmento branco adicionado adicionado à cor, geralmente o suficiente para evitar que a textura do papel apareça através da pintura, fazendo com que não tenha a luminosidade das aquarelas transparentes.
Assinar:
Postagens (Atom)





