terça-feira, 17 de junho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
http://www.moginews.com.br/materia/172746/uma-vida-transformada-pela-arte.
Em Mogi das Cruzes, há cerca de dez anos, ela participa ativamente das atividades culturais da cidade, que a inspira na criação de suas obras. Já pintou o Largo do Rosário, o Beco do Sapo, as Igrejas do Carmo e São Benedito, entre outros pontos, como o lago do condomínio Aruã, onde mora. Há quatro anos, é vice-presidente do grupo Frontispício, formado por artistas plásticos de Mogi. A entrada no grupo a ajudou a superar a morte do marido, o administrador de empresas Raul Fuga, vítima de um acidente de moto, com quem viveu por 40 anos.
Participante de muitas exposições, recentemente, esteve, com outros artistas do Frontispício, em Jacareí, para a 1ª Bienal Ambiental de Artes do Vale do Paraíba, promovida pelo Instituto Cosmos e realizada no Museu de Antropologia do Vale do Paraíba. E não é só como artista que ela se realiza, sua felicidade também está na companhia da família, especialmente dos filhos, Alice, Aline e Danilo, e dos netos, Bianca, Vitor, Guilherme e o pequeno Raul, que recebeu o nome em homenagem ao avô falecido.
Mogi News: O que a arte representa na sua vida?
Linda Fuga: Sou de uma família numerosa da cidade de Toritama, em Pernambuco, e na minha época as crianças não sobreviviam. Minha mãe tinha um filho e o seguinte morria. Eu quase morri por três vezes. Como sou uma pessoa religiosa, com grande espiritualidade, acredito que realmente vim para fazer algo. Acho que vim com a missão de fazer arte e levá-la para as pessoas, como forma de torná-las melhores. Por meio da arte, expressamos sentimentos de pureza, bondade e felicidade, porque é algo divino.
MN: Quando você começou a pintar?
Linda: Ainda na escola. Tinha notas baixas em Português, mas, na hora de pintar, sempre ficava em primeiro lugar. Só queria ficar fazendo flores, cavalinhos e arte com argila. Aos 11 anos, vim para São Paulo com a minha família e foi uma luta. Era de uma família humilde e tinha de trabalhar para ajudar. Casei aos 19 anos e fui formar minha família, ter meus filhos. Nunca deixei de pintar, sempre fazia alguma coisa em casa: pintava tecido, cerâmica e me apaixonei pelas telas.
MN: Em que você se inspira?
Linda: Nas telas, expresso meu sentimento, o que vivo no dia a dia. Vejo algo com que me identifico, que gostei muito, corro lá, passo para o papel e, no dia seguinte, passo para a tela. Tenho muitas inspirações também quando eu deito. Na medida do possível, pinto todos os dias. Obras contemporâneas, encaixadas no abstrato, faço até cinco por dia. Para a exposição em Jacareí, fiz o quadro "Vaidade", com pedras. Acredita que fiz esse quadro em meia hora? Fui deitar e pensei em algo que não me desse trabalho e trouxesse alegria. Sempre mentalizo algo que não vá me estressar. Aproveitei colares e anéis velhos e foi só diversão. Faziam fila para ver o quadro.
MN: Como você define o seu estilo?
Linda: Trabalho com diversas coisas: óleo sobre tela, acrílico sobre tela, com coisas da terra, sucata e materiais reaproveitáveis. Gosto muito de criar e inventar. Diria que sou eclética e pinto vários estilos. O artista tem fases e hoje estou apaixonada por pedras. Faço mandalas, espelhos... O que mais predomina no meu estilo, atualmente, é o impressionismo. Chego em casa, olho o lago (no condomínio Aruã) em frente e pinto, como Monet.
MN: Como é a sua relação com Mogi?
Linda: Estou em Mogi há dez anos. Antes, eu morava em São Paulo. Meu marido, Raul Fuga, era de uma família tradicional de São Miguel. Escolhi essa cidade para ficar o resto da vida. Amo Mogi. O que me encanta é a arte, a energia que a cidade tem com os casarões muito antigos, que já foram tombados, por exemplo. Quando ando, sinto essa vibração. Por onde passo, vejo algo que pode ser transformado em arte. Mogi é uma fonte de inspiração para mim.
MN: E o grupo Frontispício?
Linda: Quando procurei o Frontispício, estava recentemente viúva. Meu marido sofreu um acidente de moto. Fiquei mais de um ano sem saber nem onde pisava. A morte dele me desestruturou totalmente. Tínhamos acabado de comemorar 40 anos de casados. Depois de um ano, as pessoas começaram a falar que eu deveria voltar a pintar e tentar fazer algum evento. Foi quando procurei o grupo, que me recebeu com amor e carinho. O Zeti Muniz (presidente do grupo), sabendo da minha situação, sempre arrumava algo para eu fazer. Quando percebi, estava envolvida até o pescoço. Criamos uma amizade muito forte. Em três dias que conheci o Zeti, ele disse que eu seria a vice-presidente, percebendo o meu dinamismo e a minha firmeza. Estou com eles há quase cinco anos e o trabalho é muito bom. Temos a Adelaide Lawitschka, que pinta muito bem o acadêmico, e o Zeti, que também tem um trabalho que eu admiro. Tem outros integrantes que fazem trabalhos lindos, cada um no seu estilo.
MN: Como foi a exposição em Jacareí?
Linda: Foi muito boa. As pessoas nos receberam muito bem. O Instituto Cosmos, que realiza um trabalho voluntário voltado para causas ambientais, promoveu a exposição no museu da cidade. Eu fui convidada e levei o grupo. Preparei 15 obras com a temática ambiental. Em uma das obras, que chamei de "Energia dos Metais", trabalhei com ferro, ouro líquido e tinta acrílica. Outro que ficou muito bonito e todo mundo gostou foi o "Vaidade", em que aproveitei colares e anéis velhos. Também usei folhagens, corda e cortiça. Minhas obras foram muito apreciadas.
MN: E é possível viver de arte?
Linda: A gente só pode se dedicar à arte verdadeiramente quando está na fase que estou hoje. Já criei meus filhos, estou viúva. Porque é complicado. Temos muitos artistas em Mogi e acredito que a cultura não é um problema só da cidade, mas do País, que precisa dar oportunidade aos artistas para eles fazerem o que gostam. Quem vive da arte sofre muito, seja famoso ou não. Se eu fosse viver apenas da arte, seria bem difícil.
MN: Você se sente realizada?
Linda: Sim. Agradeço a Deus todos os dias pela minha vida. Sou milionária espiritualmente, não de bens materiais. Sou muito feliz. Deus me deu esse dom e, por várias vezes, pensei em abandoná-lo, por achar que não valia a pena e pela falta de apoio, mas aí as inspirações vêm.
Entrevista de Domingo| Entrevista de Domingo
Uma vida transformada pela arte
O talento da artista plástica Linda Fuga mudou sua trajetória e a ousadia de suas obras espalha a beleza do ofício que escolheu
Publicada em 15/06/14
Erick Paiatto
Katia Brito
Da reportagem local
Desde muito cedo, a arte está na vida da pernambucana Linda Fuga, de nascimento Lindaura Maria, de 63 anos. A artista plástica sobreviveu às dificuldades da pequena Toritama, no agreste de Pernambuco, e, aos 11 anos, veio com a família para São Paulo. "Sou de uma família numerosa e, na minha época, as crianças não sobreviviam. Quase morri por três vezes", conta. Para a artista, que vive uma fase impressionista, a arte é uma missão. Linda diz que seus trabalhos expressam pureza, bondade e felicidade. "A arte é algo divino". Desde os anos 1980, ela participa de cursos, expõe suas obras e também já deu aulas de pintura em seu ateliê, atividade que pode ser retomada em breve. Da reportagem local
Em Mogi das Cruzes, há cerca de dez anos, ela participa ativamente das atividades culturais da cidade, que a inspira na criação de suas obras. Já pintou o Largo do Rosário, o Beco do Sapo, as Igrejas do Carmo e São Benedito, entre outros pontos, como o lago do condomínio Aruã, onde mora. Há quatro anos, é vice-presidente do grupo Frontispício, formado por artistas plásticos de Mogi. A entrada no grupo a ajudou a superar a morte do marido, o administrador de empresas Raul Fuga, vítima de um acidente de moto, com quem viveu por 40 anos.
Participante de muitas exposições, recentemente, esteve, com outros artistas do Frontispício, em Jacareí, para a 1ª Bienal Ambiental de Artes do Vale do Paraíba, promovida pelo Instituto Cosmos e realizada no Museu de Antropologia do Vale do Paraíba. E não é só como artista que ela se realiza, sua felicidade também está na companhia da família, especialmente dos filhos, Alice, Aline e Danilo, e dos netos, Bianca, Vitor, Guilherme e o pequeno Raul, que recebeu o nome em homenagem ao avô falecido.
Mogi News: O que a arte representa na sua vida?
Linda Fuga: Sou de uma família numerosa da cidade de Toritama, em Pernambuco, e na minha época as crianças não sobreviviam. Minha mãe tinha um filho e o seguinte morria. Eu quase morri por três vezes. Como sou uma pessoa religiosa, com grande espiritualidade, acredito que realmente vim para fazer algo. Acho que vim com a missão de fazer arte e levá-la para as pessoas, como forma de torná-las melhores. Por meio da arte, expressamos sentimentos de pureza, bondade e felicidade, porque é algo divino.
MN: Quando você começou a pintar?
Linda: Ainda na escola. Tinha notas baixas em Português, mas, na hora de pintar, sempre ficava em primeiro lugar. Só queria ficar fazendo flores, cavalinhos e arte com argila. Aos 11 anos, vim para São Paulo com a minha família e foi uma luta. Era de uma família humilde e tinha de trabalhar para ajudar. Casei aos 19 anos e fui formar minha família, ter meus filhos. Nunca deixei de pintar, sempre fazia alguma coisa em casa: pintava tecido, cerâmica e me apaixonei pelas telas.
MN: Em que você se inspira?
Linda: Nas telas, expresso meu sentimento, o que vivo no dia a dia. Vejo algo com que me identifico, que gostei muito, corro lá, passo para o papel e, no dia seguinte, passo para a tela. Tenho muitas inspirações também quando eu deito. Na medida do possível, pinto todos os dias. Obras contemporâneas, encaixadas no abstrato, faço até cinco por dia. Para a exposição em Jacareí, fiz o quadro "Vaidade", com pedras. Acredita que fiz esse quadro em meia hora? Fui deitar e pensei em algo que não me desse trabalho e trouxesse alegria. Sempre mentalizo algo que não vá me estressar. Aproveitei colares e anéis velhos e foi só diversão. Faziam fila para ver o quadro.
MN: Como você define o seu estilo?
Linda: Trabalho com diversas coisas: óleo sobre tela, acrílico sobre tela, com coisas da terra, sucata e materiais reaproveitáveis. Gosto muito de criar e inventar. Diria que sou eclética e pinto vários estilos. O artista tem fases e hoje estou apaixonada por pedras. Faço mandalas, espelhos... O que mais predomina no meu estilo, atualmente, é o impressionismo. Chego em casa, olho o lago (no condomínio Aruã) em frente e pinto, como Monet.
MN: Como é a sua relação com Mogi?
Linda: Estou em Mogi há dez anos. Antes, eu morava em São Paulo. Meu marido, Raul Fuga, era de uma família tradicional de São Miguel. Escolhi essa cidade para ficar o resto da vida. Amo Mogi. O que me encanta é a arte, a energia que a cidade tem com os casarões muito antigos, que já foram tombados, por exemplo. Quando ando, sinto essa vibração. Por onde passo, vejo algo que pode ser transformado em arte. Mogi é uma fonte de inspiração para mim.
MN: E o grupo Frontispício?
Linda: Quando procurei o Frontispício, estava recentemente viúva. Meu marido sofreu um acidente de moto. Fiquei mais de um ano sem saber nem onde pisava. A morte dele me desestruturou totalmente. Tínhamos acabado de comemorar 40 anos de casados. Depois de um ano, as pessoas começaram a falar que eu deveria voltar a pintar e tentar fazer algum evento. Foi quando procurei o grupo, que me recebeu com amor e carinho. O Zeti Muniz (presidente do grupo), sabendo da minha situação, sempre arrumava algo para eu fazer. Quando percebi, estava envolvida até o pescoço. Criamos uma amizade muito forte. Em três dias que conheci o Zeti, ele disse que eu seria a vice-presidente, percebendo o meu dinamismo e a minha firmeza. Estou com eles há quase cinco anos e o trabalho é muito bom. Temos a Adelaide Lawitschka, que pinta muito bem o acadêmico, e o Zeti, que também tem um trabalho que eu admiro. Tem outros integrantes que fazem trabalhos lindos, cada um no seu estilo.
MN: Como foi a exposição em Jacareí?
Linda: Foi muito boa. As pessoas nos receberam muito bem. O Instituto Cosmos, que realiza um trabalho voluntário voltado para causas ambientais, promoveu a exposição no museu da cidade. Eu fui convidada e levei o grupo. Preparei 15 obras com a temática ambiental. Em uma das obras, que chamei de "Energia dos Metais", trabalhei com ferro, ouro líquido e tinta acrílica. Outro que ficou muito bonito e todo mundo gostou foi o "Vaidade", em que aproveitei colares e anéis velhos. Também usei folhagens, corda e cortiça. Minhas obras foram muito apreciadas.
MN: E é possível viver de arte?
Linda: A gente só pode se dedicar à arte verdadeiramente quando está na fase que estou hoje. Já criei meus filhos, estou viúva. Porque é complicado. Temos muitos artistas em Mogi e acredito que a cultura não é um problema só da cidade, mas do País, que precisa dar oportunidade aos artistas para eles fazerem o que gostam. Quem vive da arte sofre muito, seja famoso ou não. Se eu fosse viver apenas da arte, seria bem difícil.
MN: Você se sente realizada?
Linda: Sim. Agradeço a Deus todos os dias pela minha vida. Sou milionária espiritualmente, não de bens materiais. Sou muito feliz. Deus me deu esse dom e, por várias vezes, pensei em abandoná-lo, por achar que não valia a pena e pela falta de apoio, mas aí as inspirações vêm.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
O artista plástico Umberê é convidado a mostrar o seu trabalho no CECAP. Até o próximo mês o público poderá conferir 10 telas do pintor, no Centro Cultural Antonio do Pinhal na Rua Boa Vista,108-centro-M.Cruzes.
“Expo Vidas Marinhas” é o título da mostra que traz imagens do universo escondido embaixo e na superfície dos oceanos. Apaixonado pela temática, Umberê conta que sempre procura retratar com bastante fidelidade os animais, embarcações e tudo que está ligado ao assunto. “Sempre busco uma referência para pintar. As vezes tiro fotos, mas não sou um copista. Mudo completamente o ambiente, com cores diferentes. Acredito que cada imagem feita, fotografia, traz um sentimento de quem fez naquele momento. Então procuro mudar”, analisa ele que intensificou a confecção de suas obras nos anos 90.O interesse de Umberê pela vida marinha vem de longa data. Ele conta que até já praticou o mergulho livre com esnoque. “Desde o começo faço telas que tenham a ver com o tema e até hoje não parei”, conta ele.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
jornal mogi news
Pinturas da artista e de membros do Grupo Frontispício estão em exposição no Museu de Antropologia do Vale do Paraíba
Publicada em 30/05/14
Divulgação
Obras ressaltam a percepção da artista com relação à vida
Mariana Monteiro
Da reportagem local
Amanhã será realizada a 1ª Bienal Ambiental de Artes do Vale do Paraíba, que reunirá diversos artistas plásticos, escultores e artesãos por meio de um tema importante à população: "Os cuidados com a nossa natureza, o seu futuro e os recursos naturais". A exposição conta com a organização do Instituto Cosmos, que aborda temas diversos, dentre eles a cidadania e a ecologia. As obras poderão ser prestigiadas pelo público até o dia 8 de junho no Museu de Antropologia do Vale do Paraíba, que fica na rua 15 de novembro, 143, no centro de Jacareí. A entrada é gratuita. Informações: (12) 3961- 4891.Da reportagem local
Com o apoio do grupo Frontispício, serão expostas 15 obras de Linda Fuga com o tema "Meio Ambiente". Dentre as técnicas utilizadas pela artista estão óleo sobre tela, obras com materiais recicláveis, como barbante, garrafas, tampas, pedras e tecido. O grupo também irá participar do evento, mas em outra sessão, expondo pinturas acadêmicas.
Para artista, é sempre gratificante participar de eventos como este, pois é uma oportunidade para mostrar as suas produções ao público. "Vai ser uma grande exposição, pois contará com a participação de artistas do Vale do Paraíba, que estarão compartilhando a sua arte com todos", explica Linda Fuga.
Vida e obra
Uma pintora de vários estilos, como impressionismo e clássico, que cria os seus próprios trabalhos e tem como inspiração grandes nomes da pintura. Assim é a artista plástica Lindaura Maria Fuga, mais conhecida como Linda Fuga, que tem mais de 40 anos de sua vida dedicada à pintura. A artista sempre mostrou interesse pelas artes, em especial, pela pintura em óleo sobre tela, aquarela em organdi e trabalhos em giz pastel. Ela já expôs em diversas regiões do Alto Tietê e até em outros Estados do País.
A pintora explica de onde vem a sua inspiração. "Procuro colocar um pouco do meu sentimento e a minha percepção de vida. Tenho uma grande sensibilidade para criar as minhas obras. Neste evento, além de conferir o meu trabalho, o público conhecerá outras obras. Logo depois, irão passar por um túnel demonstrando o que poderá acontecer com a natureza e com o homem, se ele não parar de poluí-la", explica Linda.
quarta-feira, 28 de maio de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
jornal mogi news
MOSTRA CELEBRA O DIA DO ARTISTA
Publicada em 20/05/14
Erick Paiatto
O grupo Frontispício expõe 50 telas na Casa da Agricultura, em Mogi
A mostra é uma das iniciativas do grupo para comemorar o Dia Nacional do Artista Plástico, celebrado no dia 8 de maio. Outro atrativo é a pintura de telas ao vivo, no qual o espectador pode conhecer mais sobre o processo de produção de uma obra.
A Casa da Agricultura fica na rua Brás Cubas, 470, no centro da cidade. O horário de visitação é das 10 às 18 horas. Na quinta-feira, dia do encerramento, a mostra terá um horário estendido e funcionará até as 21 horas. A entrada é gratuita.
O coordenador do Frontispício, Zeti Muniz, disse que o espaço cedido para a mostra é amplo e tem como vantagens a localização e o estacionamento. "Fomos muito bem recebidos aqui, além de o local oferecer vários atrativos. Queremos promover outras atividades neste espaço".
Segundo ele, ainda dentro das comemorações pelo Dia do Artista Plástico, um grupo de 90 alunos da Escola Coronel Almeida vai participar amanhã, às 15 horas, de uma atividade que reúne contação de história, desenho e adivinhação.
"Vamos dividir as crianças em grupos e seis artistas vão se revezar em cada um deles. A proposta é que elas desenhem os personagens após ouvir uma história e, no final, elas terão de adivinhar quem é o personagem", destacou.
Neste sábado e domingo, os artistas do Frontispício estarão participando da Virada Cultural em Mogi na praça Bom Jesus, no centro, das 18 horas do dia 24 de maio até as 18 horas do dia seguinte.
domingo, 18 de maio de 2014
MÊS DO ARTISTA PLÁSTICO NACIONAL
| ZETI MUNIZ,BATISTA,ADI,NAGAO,AUGUSTO,LINDA E CIDA |
| ROBERTO,FRANS,LINDA E CRISTINA |
| JOSÉ BATISTA |
| CASTILHO E CIDA VARELLA |
| ADELAIDE E JUREMA |
| ADI LAWISTKHA E JUREMA |
| JUREMA BICALHO |
| JOSÉ AUGUSTO,ENZO FERRARA |
| CIDA VARELLA,JUREMA E LINDA FUGA |
| JUREMA BICALHO |
quarta-feira, 14 de maio de 2014
1ª MOSTRA COLETIVA DE ARTES PLÁSTICAS.
C O N V I T E
A Secretaria de Cultura de Mogi das Cruzes convida artistas plásticos, para
participarem da 1ª Mostra Coletiva de Artes Plásticas, a ser instalada no antigo Prédio da
Telefônica/Vivo localizado à Rua Padre João, s/nº, nesta cidade.
1. Da Realização:
A 1ª Mostra Coletiva de Artes Plásticas acontecerá tão logo o local acima seja
disponibilizado à municipalidade por intermédio da Secretaria de Cultura.
C O N V I T E
A Secretaria de Cultura de Mogi das Cruzes convida artistas plásticos, para
participarem da 1ª Mostra Coletiva de Artes Plásticas, a ser instalada no antigo Prédio da
Telefônica/Vivo localizado à Rua Padre João, s/nº, nesta cidade.
1. Da Realização:
A 1ª Mostra Coletiva de Artes Plásticas acontecerá tão logo o local acima seja
disponibilizado à municipalidade por intermédio da Secretaria de Cultura.
confira: www.cultura.pmmc.com.br.
domingo, 20 de abril de 2014
PLANTANDO AS SEMENTES.
Nosso grupo a cada tempo se fortalece em poder oferecer oque se espera de quem produz arte,"a sensibilidade artística"a busca tem nos levado ao objetivo maior que a do belo e da sinceridade,tem nos caminhado para amizades infinitamente duradoura.
Plantando sementes leva ao artista e a quem quiser experimentar em vários locais suas obras para que sejam saboreadas,rejeitadas,criticadas ou premiadas.
veja em fotos nosso tur das artes:
Plantando sementes leva ao artista e a quem quiser experimentar em vários locais suas obras para que sejam saboreadas,rejeitadas,criticadas ou premiadas.
veja em fotos nosso tur das artes:
domingo, 30 de março de 2014
EM ARARAS
Semana do Município: artista de Catanduva/SP vence o 73º Saap
Evento aconteceu sábado (22), no Centro Cultural “Leny de Oliveira Zurita”; exposição pode ser visitada até o dia 6 de abril
Evento aconteceu sábado (22), no Centro Cultural “Leny de Oliveira Zurita”; exposição pode ser visitada até o dia 6 de abril
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24/03/14 às 12:19
O artista Jesser Valzacchi, da cidade de Catanduva/SP, foi o principal vencedor do 73º Saap (Salão Ararense de Artes Plásticas “Antonio Rodini”) - modalidade acadêmica. Ele recebeu o prêmio “Prefeitura Municipal de Araras" com o quadro “História de Ninar”.
A solenidade de abertura e premiação do Salão aconteceu no último sábado (22), no Centro Cultural “Leny de Oliveira Zurita”, e fez parte da Semana do Município, que é realizada pela Prefeitura de Araras em comemoração aos 143 anos de emancipação político-administrativa da cidade.
Gratuito, o evento foi coordenado pela Secretaria Municipal de Ação Cultural e Cidadania e contou ainda com apresentação musical com o duo Maikel Morelli e Rogel Júnior.
Neste ano, o Saap contou com 106 obras inscritas, realizadas por artistas de 26 cidades e seis Estados brasileiros. Deste total, 62 trabalhos foram selecionados para a exposição, que ficará aberta à visitação do público até o dia 6 de abril, no próprio Centro Cultural. O local funciona diariamente, das 9h às 22h.
Além do Prêmio "Prefeitura Municipal de Araras" (no valor de quatro salários mínimos), o salão ainda entregou os prêmios "Centro Cultural” e "Antonio Rodini", medalhas de ouro, prata e bronze, e três menções honrosas.
A abertura do Saap contou com a presença dos secretários Marcelo Daniel (Mussa – Ação Cultural e Cidadania) e Rafael Faria (Comunicação Social e Institucional), do presidente da Câmara Municipal de Araras Breno Zanoni Cortella; de Maria Degaspari Colombini, ex-presidente do Fuss (Fundo Social de Solidariedade) de Araras e viúva do ex-prefeito Warley Colombini; e da ex-secretária de cultura Maria Inês Delbem.
A comissão organizadora do Salão deste ano contou com Marcelo Daniel (Mussa), Wagner Zivko, João Wolf, Giullya Nahirniak, Johnny Mau, Gustavo Lussari, Kelly Moraes e Osni Botelho Filho. A comissão de seleção e premiação foi composta por Carlos Eduardo Zornoff, Mariângela Matthiesen e Ronaldo Ciribelli.
quarta-feira, 19 de março de 2014
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